Você já parou para pensar qual a interferência real do dinheiro nas nossas vidas? Alguma vez já se questionou porque nossa sociedade é tão afetada por questões econômicas?
Não existe, na contemporaneidade, sociedades totalmente excluídas de relações comerciais, seja qual for sua amplitude.

Neste resumo vamos conhecer detalhes fundamentais sobre o desenvolvimento econômico global. Entender que há uma conexão e um “porquê” dos problemas financeiros encarados por nossa sociedade.
Quer saber mais? Siga com a gente nessa aventura econômica!

 

Sobre a obra

 

“A Ascensão do Dinheiro”, de título original “The Ascent of Money”, é um ensaio do autor Niall Ferguson, publicado pela primeira vez em português em 2009 pela Editora Planeta do Brasil Ltda.
O livro foi Best-Seller do The New York Times e ganhou adaptação para documentário televisivo pela rede BBC.

A obra possui 6 capítulos, dividido em subcapítulos, no qual o autor descorre sobre alguns dos âmbitos compreendidos pela problemática já apontada no título do livro.
O autor defende os desenvolvimentos monetário e do sistema bancário como marca da civilização.

Se você quer saber mais detalhes sobre o livro, não perca tempo e adquira agora a edição completa, disponível para compra no link: 

 

 

Sobre o autor

 

Niall Ferguson é especialista em história financeira e econômica. 

Nascido em Glasgow na Escócia, estudou na Magdalen College e em Oxford e leciona na universidades de Harvard, Oxford e Stanford.

Grande parte dos seus livros se tornaram best-sellers e ganharam adaptação para documentários televisivos.

O autor é comentador político e definido como neoconservador. 

Sua linguagem escrita é adequada para leigos e especialistas.

 

Esse livro é indicado para quem?

 

Este livro é indicado para economistas e outros estudiosos de temas relacionados à finanças e economia. Bem como para estudiosos do campo da historiografia, administração, ciências políticas e relações internacionais como fonte de pesquisa, análise e crítica.

 

Ideias principais do livro

 

  • A necessidade de dinheiro foi construída com o tempo;
  • O dinheiro só tem valor quando alguém está disposto a dar algo por ele;
  • Dinheiro é questão de confiança;
  • A agiotagem surge como método exploratório e distinção de poder;
  • Com a industrialização, o número de bancos cresceu absurdamente (e este crescimento acelerado gerou crises);
  • Somos afetados de uma forma ou de outra pelo mercado de títulos;
  • O mercado de título influência diretamente na política de governo;
  • O mercado de ações cria bolhas que podem estourar a qualquer momento;
  • A bolsa de valores e o mercado de ações surgiram praticamente juntos;
  • O mercado de seguros é falho e ineficiente. Ele se desenvolveu muito mais com influência matemática do que comercial;
  • Uma renda equilibrada constante é a única segurança verdadeira.

 

E aí, quer aprender mais? Então, vamos lá!

 

Overview: Sonhos de ganância 

 

O autor inicia falando sobre a necessidade do dinheiro como algo construído com o tempo e com a cultura.

A não necessidade do dinheiro, remonta à uma vida primitiva e de subsistência.

Para contextualizar, o autor vai discorrer sobre os sonhos de ganância dos espanhóis na conquista da América, sempre querendo mais, insaciáveis.

O dinheiro surgiu inicialmente como um meio de troca confiável, então teria que ser:

 

  • Durável;
  • Fungível;
  • Portátil;
  • e Confiável.

 

Mas o dinheiro tem valor apenas quando alguém está disposto a dar algo por ele.

Ele é como uma nota promissória, quem o aceita como troca comercial, confia na sua elegibilidade e durabilidade. É uma questão de confiança.

A origem da palavra “crédito” vem do latim credo, que significa “eu acredito”.

O dinheiro não faz o mundo girar, mas impulsiona as coisas a girarem pelo mundo.


 

O autor vai explicitar a importância da inserção de métodos matemáticos, como o de Fibonacci, para a contabilidade comercial.

As cidades italianas viraram solo fértil para o desenvolvimento financeiro.

As trocas comerciais emergiram relações e distinções étnicas, como mostrado no “Mercador de Veneza” de Shakespeare. Esta obra nos mostra três coisas importantes das origens modernas de empréstimos financeiros:

 

  • O poder do emprestador;
  • A importância das cortes judiciais;
  • E a vulnerabilidade étnica.

 

O autor disserta então sobre as taxas da agiotagem, os juros altíssimos e a violência e abuso do poder por detrás deste processo.

Ele faz um breve panorama sobre a atuação dos Médici no século XIV, principalmente, mostrando como eles foram legitimadas ao passar dos anos e sua importância no estudo das ações financeiras, sobretudo finanças por moedas estrangeiras.

Eles foram os primeiros banqueiros a ter efetividade hereditária e de poder atuar com magnitude sobre a atual Itália.

Após os Médici, surgiram algumas outras instituições financeiras importantes e revolucionárias, como os Bancos de Câmbio de Amsterdã e de Estocolmo, praticando, para além dos empréstimos e transações, as reservas financeiras.

Outra instituição de destaque foi o Banco da Inglaterra, que logo estabeleceu monopólio parcial em emissão de notas.

A Espanha, que não compreendeu logo que o dinheiro já se baseava no crédito e não em metais preciosos, não aprimorou sua economia.


 

Houve uma inovação financeira com os diferentes bancos que surgiam na Europa e na América do Norte, principalmente após o “boom” industrial. Inovações como o comércio transatlântico ou os bancos rurais.

Outra evolução foi os Bancos de Poupança, que desempenharam papel fundamental no estabilização da economia mundial na virada do século.

O crescimento acelerado de bancos gerou crises como a Grande Depressão nos EUA em 1929. Só houve diminuição real no número de bancos em 1993.

O padrão ouro perdurou até 1971, quando foi quebrado o elo secular entre dinheiro e metal precioso.


 

Os Estados Unidos da América encaram a falência como direito inalienável. Logo, encaram o fracasso como parte do processo para êxito econômico.

Porém, 98% dos pedidos de falência são definidos como não comerciais. O maior fator é a insolvência.

A expansão monetária e a globalização dos mercados (de títulos, de ações, de seguros e imobiliários) é causa fundamental na insolvência.

Embora esses fatores existam, o autor defende que o mundo sem dinheiro é pior do que o mundo com dinheiro. Principalmente com base na comparação entre governos capitalistas e socialistas.

Os problemas econômicos são ocasionados pela falta de instituições capazes de gerir a economia com eficiência e total controle.

Mas o maior dos problemas, foi que a ascensão dos bancos foi seguida pela ascensão dos mercados de títulos e o abuso dos empréstimos.

 

Overview: Servidão Humana 

 

Aqui, o autor vai discutir sobre o mercado de títulos, o qual somos afetados de duas formas:

 

  1. Grande parte do que reservamos para a velhice acaba investida no mercado de títulos;
  2. Sua imensidão o permite estabelecer as taxas de juros de longo prazo.

 

O mercado de título é tão sublime que pode ditar a política de governo de um Estado.

No decorrer da História, os Estados fizeram dívidas gigantescas com eventos bélicos. Houve financiamentos de guerras desde o renascimento italiano.


 

As cidades-estados italianas contribuíram para o surgimento dos mercados de títulos, solicitando empréstimos dos próprios cidadãos para financiar guerras em troca da concessão de títulos.

Isso também ocorria, salvo suas particularidades, na França, Espanha, Holanda e Inglaterra.

Esses empréstimos se tornou uma montanha de dívidas que se erguia sobre toda a Europa.

Nathan Mayer Rothschild é nomeado pelo autor como o Bonaparte das finanças. Ele foi o fundador da filial em Londres do maior banco do mundo no século XIX.

A batalha de Waterloo é uma batalha financeira de dois extremos:

 

  1. Pela França é baseada no saque;
  2. Pelo lado Britânico é baseada em dívidas.

 

A experiência como contrabandista de Rothschild foi aproveitada pelos britânicos.

Os Rothschild já possuíam uma rede bancária em vários locais pronta dentro da família.

Nathan articulou e arquitetou vendas de títulos e ouro no findar da guerra de Waterloo se aproveitando do pânico geral, sendo “uma das negociações mais audaciosas da história financeira”.

Os Rothschild se tornaram mais temidos do que amados. Eles mantinham a unidade familiar judaica nos casamentos e junções e com suas influência colocaram em questão o antissemitismo.


 

Na guerra de secessão nos EUA, a confederação pediu auxílio financeiro aos Rothschild para derrotar o Norte, mas foram negados.

Títulos confederados passaram a ser vendidos por algodão sulista como garantia.

Eles perderam força pela queda de New Orleans e pelos novos mercados mundiais de algodão.

Na América Latina, a crise do mercado de títulos já começara em 1826, sobretudo na Argentina.

O não pagamento de dívidas de títulos gerava acima de tudo bloqueios econômicos.

Rentiers eram recebedores de juros sobre os títulos governamentais.

Eles eram uma elite interligada social, política e economicamente.

Diminuíram expressivamente sua dominação após a inflação da I Guerra Mundial.

Alguns países tentaram forçar a ideia de que a compra de títulos era um dever patriótico.

Uma forma de entender a hiperinflação no findar desta guerra é ver a derrota como uma espécie de falência do Estado, é um fenômeno político.

Há sempre uma aposta inserida na compra de um título.

O autor vai nos trazer um panorama das hiperinflações pelo mundo, mostrando que não há recursos no mundo que resistam à uma má administração financeira.

 

 

A inflação na contemporaneidade diminuiu e os títulos voltaram à tona por alguns fatores:

 

  • Inovação tecnológica;
  • Novas localizações de produção;
  • e Transformação mundial na política monetária.

 

Porém, o rendimento dos títulos tem declinado.

 

Overview: Inflando Bolhas

 

Aqui, alguns aspectos do mercado de ações são trazidos pelo autor:

 

  • As formações das empresas e companhias;
  • O anseio das pessoas em participar das ações;
  • A bolsa de valores enquanto produto da psique humana, com suas inconsistências e variações;
  • Os estágios das ações nas bolsas são variados;
  • Há alguns personagens marcantes envolvidos nas ações como os neófitos (investidores de primeira viagem) e os vigaristas;
  • Existem assimetrias entre quem está “por fora” e “por dentro” do processo;
  • E, principalmente, as bolhas que são conjuntos de ações dentro das bolsas de valores.

 

O autor contextualiza a evolução das principais companhias acionistas, sobretudo do setor financeiro, entre o final do século XVI e início do século XVII.

A bolsa de valores nasceu em um espaço de poucos anos de diferença das companhias acionárias, pois logo que surgiram ofertas públicas de ações, surgiu também um mercado secundário para suas compra e venda.


 

John Law, de Edimburgo, propôs soluções aos problemas enfrentados pela França após os gastos de Luís XIV com guerras.

Ele queria reviver a confiança econômica na França, criando um banco público como o que havia na Holanda, porém com a especificidade de poder emitir papel-moeda.

Law tinha o plano de transformar as dívidas do governo em ações.

Ele atraía muitos parisienses “bem de vida” e acabou sendo indicado como controlador geral da França.

Law apostava nas suas intuições, mas suas ações eram absolutistas e tirânicas, o que o levou para a prisão duas vezes.

Sua bolha de ações Mississipi explodiu e ressoou por toda a Europa, ele acabou por ocasionando atraso no desenvolvimento econômico da França.

 

 

A forma de organização social e política reflete nas e é refletida pelas variações econômicas.

As crises das bolsas de valores tem suas bases em crises políticas e econômicas que as antecederam.

Como exemplo, o autor mostra que a crise de 1929 tem insurgência na crise dos produtos ocidentais ao findar da I Guerra Mundial.

Os movimentos do mercado financeiro tendem a ter grandes caídas e subidas nos extremos, que são chamados de rabos gordos.

Em 1990 surge a bolha tecnológica/internet na bolsa de valores.

O autor traz diversos “altos e baixos” de companhias que geraram ações e, muitas delas, caíram nas estatísticas da falência.

Uma dessas empresas é a indústria Enron, cuja história do principal executivo Kenneth Lay se aproxima com a de John Law.

A ideia era criar um banco de energia para intermediação entre fornecedores e consumidores, mas da mesma forma que Law, isto era um sistema fraude com base na manipulação do mercado.

Afinal, companhias desonestas existem por existir um mercado irracional e vice-versa.

 

Overview: O retorno do Risco

 

Neste capítulo, vamos conhecer um pouco mais sobre a história da administração do risco, devido à imprevisibilidade da vida e dos fatos que nos cercam.

O autor cita a ineficiência do mercado de seguros após o desastre de New Orleans, este sistema unia iniciativa privada às ações governamentais perante riscos, no final deixava os pagantes “a ver navios”. 

Também declararam as áreas como não asseguráveis para não renovação das apólices.

O princípio fundamental do seguro deve ser poupar antes de uma provável futura adversidade.

O seguro como ramo do comércio data, segundo alguns estudiosos do começo do século XIV, tanto de bens quanto de vida.

Mas não havia base teórica para a avaliação dos riscos, estas bases apareceram somente no século XVI, mais sobre influência de matemáticos do que de comerciantes, tais como:

 

  • Probabilidade;
  • Expectativa de vida;
  • Certeza;
  • Distribuição normal;
  • Utilidade;
  • Inferência.

 

Após a II Guerra Mundial as companhias de seguro foram autorizados a investir na bolsa de valores.

As companhias devem se utilizar das estatísticas para prever os desembolsos para cada ano. A quantidade de segurados importa.

Sempre vai haver pessoas fora do alcance dos seguros, seja por questões econômicas ou por displicência.

Então há sistemas compulsórios de seguro criado pelo Estado, como a previdência. Estes sistemas cresceram após a I Guerra Mundial.

A atuação do Estado em garantia de seguros estrutura a população e os índices de natalidade e mortalidade. E também garante e configura os sistemas políticos de determinada sociedade.

Além dos seguros e da previdência, pode-se comprar uma garantia, fundos, contrato de futuros, eliminando riscos relacionados ao preço.

Mas para se garantir é necessário sobretudo dinheiro, quem não tem não se garante.

É uma aposta de mão única.


 

Overview: Seguro como casas

 

A propriedade e as ações no mercado imobiliário são marcas fundamentais na nossa cultura e história econômica.

Desde pequeno somos ensinados a valorizar o setor imobiliário, sobretudo no “mundo de fala inglesa”.

A posse de residência já foi privilégio de uma elite aristocrática e repassada de forma hereditária.

Hoje já está mais difundida em outras classes com o declínio da aristocracia e passou a servir como segurança na obtenção de empréstimos, o que o autor enxergar ainda como um problema.

O conceito democrático de posse de propriedade foi desenvolvido sobretudo na América, após muitas manifestações e reivindicações dos espaços urbanos.

 

 

Os incentivos do governo para compra de imóveis e solicitação de empréstimos foram marcas fundamentais deste processo.

Ao longo deste processo também foram constituídos impérios imobiliários.

Existem algumas diferenças da propriedade para com outras formas de ativo, tais como:

 

  • Casas precisam de manutenção pois se degradam com o tempo;
  • São geralmente mais caras para converter em moedas;
  • São menos voláteis.

 

Em alguns lugares onde a demora para conseguir a escritura da casa é longa, o imóvel torna-se um capital morto.

Uma renda equilibrada constante é a única segurança verdadeira para o autor.

 

Overview: Do Império à Chimérica

 

As maiores ameaças ao sistema financeiro provém atualmente dos centros econômicos globais e não dos mercados emergentes.
Isso se deve especialmente à globalização e integração dos mercados internacionais, em um mundo com fronteiras menos reguladas.
O início do século XX foi fundamental para os investimentos estrangeiros pelo fato da melhoria das tecnologias, essencialmente nos meios de comunicação.
Também nesta época houve uma aparente melhora nos posicionamentos fiscais dos governos do mundo inteiro.
Mas os avanços da primeira era da globalização foram interrompidos pela I Guerra Mundial, e demorou uma geração toda para se reerguer e se materializar, mais precisamente após a década de 1960.
Foi planejada uma nova estrutura financeira no findar da guerra:

 

  • Liberdade progressiva de movimentação de capital entre fronteiras;
  • Taxa fixa de câmbio;
  • Política monetária independente.

 

Estes preceitos foram se estabelecendo com mais clareza e efetividade a partir de acordos internacionais vindouros.

Houve o florescimento dos chamados “pistoleiros econômicos” que se aproveitavam sobretudo da imperialização americana de taxação e supremacia do dólar.

Quants são analistas matematicamente qualificados com Ph.

Eles analisam a administração dos capitais.

Os computadores, desde o início de 1980, vêm transformando os mercados financeiros.


 

A memória do mercado é curta, e ele é imprevisível com todas as suas variantes.

A China tem a economia que mais cresce no mundo e conseguiu até hoje evitar todo tipo de crise comuns aos outros mercados emergentes;

“Chimérica” é a junção de China mais América, uma de suas principais ações foi baixar as taxas de juros globais, sobretudo em decorrência de empréstimos.

 

O que outros autores dizem a respeito?

 

Em O Investidor Inteligente, Benjamin Graham explica como investir em ações e as características de um investidor que sabe jogar na bolsa de valores: disciplina e consistência.

Já a autora Jill Schlesinger, em seu livro The Dumb Things Smart People Do With Their Money, alerta o leitor: conselhos financeiros devem vir de pessoas certas. Se você tem problemas com dinheiro, é aconselhável procurar um consultor financeiro para te ajudar a planejar seus gastos.

Por fim, para refletir, Tony Robbins, em seu livro Inabalável, diz que muitas pessoas ganham dinheiro, mas não se sentem melhor. Algumas das pessoas mais ricas do mundo vivem com medo constante de perder tudo. Elas se sentem insatisfeitas quando acordam pela manhã. Isso é riqueza? Para se sentir realmente rico, é preciso tomar conta de suas emoções. 

 

Certo, mas como posso aplicar isso na minha vida?

 

E aí, agora que você conhece um pouco mais sobre a história do dinheiro, que tal recapitular ideias expressas no livro com algumas dicas práticas?

 

  • Reflita sobre qual o valor que você dá para o dinheiro no seu dia a dia: você acredita que de alguma forma colabora para importância frenética que o mundo dá pro dinheiro hoje em dia?;
  • Suas relações financeiras são totalmente seguras e confiáveis?;
  • Imagine um mundo onde o dinheiro não exista, como seriam feitas as trocas comerciais?;
  • Ao andar pelas ruas observe a quantidade de bancos que existem pelo seu bairro;
  • Conte em um dia quantas transações financeiras você faz;
  • Observe as diferenças de classe que existem na sua cidade, isso seria resolvido somente com a redistribuição econômica?;
  • Reflita sobre o papel do Estado nos problemas econômicos do local em que vive;
  • Pense se você está seguro de alguma possível catástrofe;
  • Estude sobre os conflitos internacionais ocasionados essencialmente pelo dinheiro.

 

O que achou?

 

O que achou deste resumo? Você acredita que os problemas financeiros que encaramos no mundo de hoje são frutos de um processo histórico? Qual foi a informação que mais de intrigou? Você concorda com as críticas ao sistema econômico expressas pelo autor?
Não se esqueça de deixar seus comentários no feedback, sua opinião é importante pra gente!

 

            


 

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