A autoaceitação está relacionada a nos abraçarmos da maneira que somos. Quem não gosta de um abraço quentinho?

E esse abraço é muito importante para o desenvolvimento da inteligência emocional. Quando nos autoaceitamos, estamos dando espaço para que a nossa melhor versão se apresente.

Quer saber mais sobre autoaceitação e por que estamos citando uma frase do Olaf nesse artigo? Então confere o script:

  • O que é autoaceitação?
  • A influência familiar na formação do adulto autoconfiante;
  • Diferenças entre autoaceitação e autoestima;
  • A importância da autoaceitação;
  • 3 dicas para praticar a autoaceitação.

Você quer brincar na neve? Não aceito “não” como resposta!

 

O que é autoaceitação?

 

Autoaceitação é aceitar quem você é, gostar de si, ter conhecimento e respeitar seus sentimentos e escolhas, é ter orgulho da sua história.

Não está relacionado ao conformismo, muito pelo contrário. É não desistir de encontrar a sua melhor versão, abraçar as mudanças e acreditar em seu potencial.

Quando nos autoaceitamos, elevamos a nossa autoestima o que nos leva à valorização pessoal.

Para isso, é necessário o autoconhecimento. Você valoriza um filme sem antes assistir ao trailer? Provavelmente não. O mesmo acontece conosco. É preciso se conhecer, saber quem você é para se valorizar.

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Agora que você já sabe qual é o seu perfil comportamental, saiba que você já deu o primeiro passo para o autoconhecimento.

Mas não basta saber quem você é, é preciso se aceitar.

Para ilustrar os conceitos que vamos aprender ao longo desse artigo, vamos falar de uma personagem bem conhecida, sucesso entre as crianças e os adultos. Isso mesmo, vamos contar a história da Elsa, desta vez por uma perspectiva diferente. Sem flocos de neve voando e nem Arendelle sendo destruída pela gelo.

Você deve lembrar do começo do filme. Duas irmãs brincando felizes até que um incidente, causado pelos poderes de Elsa, dão início a uma história repleta de altos e baixos e, principalmente, com uma lição incrível de autoaceitação.

 

Preparada(o) para essa aventura? 

 

A influência familiar na formação do adulto autoconfiante

 

Para iniciar a nossa caminhada pela neve congelante, vamos focar no primeiro acontecimento relevante da história de Elsa. O seu isolamento em virtude dos seus poderes.

Por não saber o que eles poderiam causar e pela proteção de seus pais, Elsa foi mantida em seu quarto, sem ter contato com o mundo exterior e com a sua irmã Anna.

Os pais dela tinham as melhores intenções possíveis e imagináveis para tomar tal atitude. Mas será que esse ato foi o mais correto?

Não. E vamos entender o porquê.

Os pais são responsáveis por dar estrutura ao crescimento de uma criança. É por meio dos elementos fornecidos por eles que a autoconfiança desses pequenos  serão definidas. Por isso, é necessário que os pais forneçam informações positivas, para que as crianças cresçam e identifiquem quem eles realmente são e se responsabilizem pelos seus atos.

Quando uma expectativa alta e exigente é imposta, isso pode trazer um sentimento de subestimação e insegurança.

Aqui já podemos fazer um paralelo com a história de Elsa. Ao ser confinada ela se tornou insegura a respeito de seus poderes. Ela achava que eles só podiam causar efeitos ruins para ela e para as pessoas que ela amava.

E, então, quando adulta, no momento em que foi preciso ela sair do seu quarto, da sua zona de conforto, e assumir um papel de liderança, uma tragédia acontece.

Por ter medo de quem ela era, por não conhecer os seus limites, suas forças e suas fraquezas, ela causa um acidente e, por conta disso, acaba se isolando novamente. Mas, desta vez, em um lugar que para ela era considerado confortável, no qual ela poderia ser ela mesma sem Não podem vir, não podem ver, sempre a boa menina deve ser. Encobrir, não sentir, encenação um gesto em falso e todos saberão.”

E mais uma vez questionamos, essa é a melhor atitude? 

 

Atitudes erradas que as pessoas tomam na jornada de autoaceitação

Assim como a Elsa, algumas pessoas se isolam por não se sentirem bem pelo que elas são.

Mas essa não é a única atitude. 

Quando a pessoa está insatisfeita consigo mesma e possui baixa autoestima, ela pode procurar chamar atenção de diversas formas, como, por exemplo, modificando a seu jeito de falar, de se vestir, usando drogas, lícitas ou não, tudo isso em busca de afeto e de atenção.

Outras pessoas focam em uma área específica de sua vida, como, por exemplo, no trabalho, deixando de lado família, amigos e até a própria saúde. Tudo isso na tentativa de fugir das situações que as desagradam, evitando encarar o problema e resolvê-lo.

Quando nos aceitamos da forma como somos, admitindo a nossa vulnerabilidade, reconhecemos que somos humanos e é isso que nos torna especiais.

Para nos autoaceitarmos, é preciso gostar de nós mesmos e apreciar as nossas qualidades e isso está relacionado com a nossa autoestima. 

Vamos descobrir a diferença entre esses dois conceitos?

 

Diferença entre autoaceitação e autoestima?

 

A autoestima está relacionada com a maneira que nos enxergamos, o quanto gostamos e apreciamos quem somos.

Ela envolve nossas crenças e nossas avaliações sobre a nossa aparência, nossas ações, nossas vitórias e nossos insucessos. 

Quando a nossa autoestima está baixa, ela influi negativamente em nossa motivação, no nosso desempenho e no nosso sucesso.

Por isso, é muito importante cultivar uma boa autoestima. Ela irá impactar tanto em sua carreira como em seus relacionamentos interpessoais

Ter uma autoestima saudável nos ajuda a conquistar nossos objetivos de vida. Com ela, tratamos todos os acontecimentos e as situações com uma atitude positiva e assertiva. 

Como podemos perceber, a autoestima é diferente da autoaceitação. Porém, quando algo não acontece do modo como esperamos, a nossa autoestima pode ser impactada e é então que a autoaceitação entra em ação.

A autoaceitação não depende de elogios e de conquistas, mas sim de uma visão positiva sobre quem somos.

 

A importância da autoaceitação

 

Você consegue perceber em qual momento a Elsa aceitou quem ela era e passou a ter uma vida mais leve?

No filme, isso acontece quando ela percebe que os seus poderes podem ser usados para o bem, quando ela deixa de lado os conceitos ruins sobre ela mesma e reconhece quem ela realmente é.

Ali ela passa a dominar o que antes era a sua principal fraqueza e o seu poder passa a ser uma qualidade que a diferencia dos demais, que pode fazer a diferença, de uma maneira positiva, em seu reino.

Quando nos autoaceitamos, entendemos que somos especiais da maneira que somos. Valorizamos as nossas diferenças e buscamos sempre evoluir de modo a atingir os nossos sonhos e os nossos objetivos de vida.

A autoaceitação tem um papel importantíssimo em nossa carreira, visto que, assim como a Elsa não conseguiu ser uma boa rainha enquanto não aceitou as suas diferenças, nós também não seremos bons líderes se não reconhecermos quem somos.

Por isso, é importante trabalhar a autoaceitação para desempenharmos as nossas tarefas cotidianas.

 

3 dicas para desenvolver a autoaceitação

Para que você possa desenvolver a autoaceitação e assim como a Elsa “Let it go!” separamos algumas dicas. Veja só:

 

1. Evite comparações

 

Como já dissemos, cada um de nós é um ser único. Quando nos comparamos com o outro, seja a nossa aparência física ou o nosso comportamento estamos nos autossabotando.

As redes sociais podem ser um gatilho para você se comparar com o outro. Por isso, vale lembrar de um frase que a Tais Targa sempre diz:

“Não compare os seus bastidores com o palco do outro.”

Reflita sobre esta frase.

Procure se conhecer mais, valorize as suas qualidades e melhores os seus pontos fracos. Esteja sempre buscando a sua melhor versão.

 

2. Desenvolva a sua inteligência emocional

 

Quando trabalhamos a nossa inteligência emocional, conseguimos identificar os nossos pontos fortes e fracos, entendemos e combatemos os nossos sabotadores mentais e descobrimos o nosso propósito.

Ela também nos permite desenvolver o amor próprio, o que é muito importante para que possamos ser empáticos com nós mesmos e possamos nos permitir viver experiências boas de afeto e de carinho (assim como o ato de amor verdadeiro que descongelou a Anna). 

 

3. Pratique atividades que gosta

 

Quando estamos engajados em atividades prazerosas ou com a quais temos destreza e alcançamos um bom desempenho, a nossa autoestima é fortalecida.

 

Por uma vez na eternidade…

 

Assim como na canção que Anna e Elsa entoaram quando os portões finalmente foram abertos, os seus sonhos também podem ganhar cor.

Agora que você já sabe o que é autoaceitação e como desenvolvê-la, chegou a hora de você se capacitar para tirar os seus sonhos do papel.

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