Por que algumas pessoas inteligentes afundam na vida, enquanto outras não tão inteligentes prosperam?

As respostas residem em um conjunto de habilidades chamado inteligência emocional.

A inteligência emocional impacta todos os setores da sua vida, seu desempenho no trabalho, nos estudos, sua relação com seus familiares e até na sua saúde.

Este livro é um guia que aborda tudo o que você precisa saber sobre inteligência emocional.

 

Sobre a obra

 

O livro Inteligência Emocional (1995), do original em inglês “Emotional Intelligence”, foi o primeiro best-seller a bater a marca de cinco milhões de cópias vendidas.

O autor, Daniel Goleman, descreve a natureza da inteligência emocional mostrando as percepções científicas acerca do assunto e nos levando a entender o quanto ela impacta as nossas vidas.

Além disso, o livro ensina como estimular a inteligência emocional de modo a obter sucesso em todos os aspectos que você desejar.

Se você deseja se inteirar de todos os detalhes do livro, a edição completa está disponível para compra no link:

 

Sobre o autor

 

Daniel Goleman é psicólogo e ex-jornalista científico. Trabalhou no The New York Times por doze anos e é autor de treze livros, entre eles:

Ele concluiu seu PhD na Universidade de Harvard, onde também foi professor.

Atualmente, é codiretor do Consórcio para Pesquisa sobre Inteligência Emocional entre as organizações e é membro do Conselho do Instituto Mente & Vida.

 

Esse livro é indicado para quem?

 

Este livro é indicado para todos aqueles que ainda não se sentem plenamente satisfeitos com as medições atuais de inteligência, para os que desejam saber se o QI determina o sucesso e para aqueles que estão em busca de desenvolvimento pessoal e de crescimento profissional.

 

Ideias Principais do livro

 

Os pontos de destaque do livro são:

 

  • À medida em que a sua carreira avança, as habilidades interpessoais são mais importantes que as habilidades cognitivas.

  • Para melhorar a sua empatia, o atributo central da habilidade emocional, aprenda a ouvir.

  • Entender seus próprios sentimentos melhora sua capacidade de entender os sentimentos dos outros.

  • Feedback é essencial quando você está tentando mudar hábitos arraigados.

  • Os humores são contagiosos, então tente espalhar um bom astral! Para isso, entenda o que afeta o seu humor.

  • Muitas características que ajudam os indivíduos a ter sucesso também são importantes para as organizações, como confiabilidade, abertura e sensibilidade emocional.

 

Para abordar todos os aspectos da inteligência emocional, o autor divide o livro em cinco partes, sendo elas: “o cérebro emocional”, “a natureza da inteligência emocional”, “inteligência emocional aplicada”, “momentos oportunos” e “alfabetização emocional”.

Vamos lá?

 

Overview - Parte I: O cérebro emocional

 

Falando da arquitetura emocional do cérebro, o ponto de partida do autor são os momentos embaraçosos em que a emoção supera a razão.

 

encaixe entre razão e emoção

 

A evolução deu emoções à humanidade, o que, por sua vez, a ajuda a lidar com situações perigosas e a agir em face do perigo.

Cada pessoa tem duas mentes: a mente racional permite que uma pessoa pondere e reflita, enquanto a mente emocional é impulsiva e poderosa.

Normalmente, as duas mentes trabalham em harmonia, mas sentimentos intensos, às vezes, permitem que a mente emocional domine a racional.

O neocórtex é a região do cérebro responsável pelas decisões racionais. Enquanto a amígdala dá sentido e paixão à vida. Em uma crise, a amígdala reage quase instantaneamente, muito mais rápido do que o neocórtex.

Como o autor citou em seu livro Foco, emoções tão fortes podem interferir na atenção e em todos os aspectos do pensamento claro. Em vez de tentar eliminar seus sentimentos, as pessoas devem se esforçar para encontrar um inteligente equilíbrio entre razão e emoção.

 

Overview - Parte II - A natureza da inteligência emocional

 

Na segunda parte, o autor Daniel Goleman compara a inteligência emocional com o QI e aborda quatro dos cinco domínios da inteligência emocional: “autoconsciência”, “gerenciando emoções”, “motivação”, “empatia” e “relacionamentos”.

O autor esclarece que o QI contribui apenas com 20% para o seu sucesso na vida. O resto é resultado da inteligência emocional, o que inclui fatores como a capacidade de se motivar, a persistência, controle de impulsos, regulação do humor, empatia e esperança.

QI e inteligência emocional não são competências opostas, mas funcionam separadamente. Assim, uma pessoa pode ser intelectualmente brilhante, mas emocionalmente inepta, desequilíbrio que pode causar uma série de problemas de vida.

O psicólogo de Yale, Peter Salovey, analisou a inteligência emocional em cinco domínios:

 

  • Autoconsciência;

  • Gerenciando emoções;

  • Motivação;

  • Empatia;

  • Relacionamentos.

 

Falaremos mais sobre esses domínios nos próximos itens.

 

Autoconsciência

 

Homem fazendo auto-retrato

 

Os sentimentos são frequentemente abafados. Por isso, autoconhecimento emocional requer atenção constante para seus estados internos, incluindo suas emoções.

Consciência é um estado neutro que gera autoexame mesmo durante emoções intensas. O Psicólogo John Mayer chama isso de ser "consciente do nosso humor e dos nossos pensamentos sobre esse humor".

Para fins práticos, autoconsciência e a capacidade de mudar o seu humor são a mesma coisa.

Isso porque quando você se torna consciente de seus sentimentos, pode avaliá-los e controlá-los melhor. Portanto, autoconsciência é a base para gerenciar emoções, como ser capaz de se livrar de um mau humor.

 

Gerenciando emoções

 

Cerébro meditando

 

Desde os gregos antigos, as pessoas viram o autodomínio e a capacidade de suportar tempestades emocionais como uma virtude. No entanto, a vida sem paixão seria chata.

Dessa forma, o ideal é perseguir uma postura que esteja no meio-termo.

O gerenciamento de suas emoções é um trabalho de tempo integral. Por meio de esforço, mudança de comportamento ou mesmo meditação, os indivíduos podem exercer controle sobre o tempo e a intensidade de uma emoção.

Uma das emoções mais difíceis de se controlar é a raiva, em parte porque a raiva é energizante e até mesmo estimulante. Uma boa maneira de controlar a raiva é procurar distrações, como exercícios físicos, por exemplo.

Emoções como tristeza e luto também são difíceis de controlar e levam ao perigo da depressão.

Para quebrar ciclos de depressão, os terapeutas ensinam a desafiar pensamentos que alimentem o estado depressivo e a agendar uma série de distrações agradáveis.

 

Motivação

 

Homem construindo a própria escada para subir

 

A motivação positiva é crucial para o sucesso. Os maiores atletas, músicos e mestres de xadrez são distinguidos por sua capacidade de manter a prática árdua, ano após ano, começando cedo na vida.

As emoções determinam como as pessoas se comportam na vida porque podem melhorar ou limitar a capacidade de usar habilidades naturais.

A capacidade de conter emoções e atrasar impulsos é uma habilidade crítica vital e a chave para alcançar uma série de objetivos, como obter um diploma universitário.

 

Fluxo: a neurobiologia da excelência

 

Psicólogos identificaram um desempenho máximo no estado chamado "fluxo", que reúne o uso mais positivo da inteligência emocional.

Fluxo é o sentimento que você tem quando está totalmente envolvido em uma tarefa onde tem habilidades avançadas e amor ao trabalho envolvido. As emoções que você sente durante o fluxo são positivas, canalizadas e direcionadas para a tarefa em mãos. O fluxo é um estado de atenção concentrada, de alegria.

 

Empatia

 

Pessoas se cumprimentando

 

Emoções são contagiosas. As pessoas enviam sinais emocionais durante cada encontro e inconscientemente “imitam” as emoções que os outros emanam, de modo que os sinais de cada pessoa podem afetar aos outros.

Por isso, quanto melhor você for ao sentir as emoções dos outros e controlar os sinais que você mesmo envia, mais poderá controlar o efeito que você tem sobre outras pessoas. Esta é uma parte fundamental do exercício da inteligência emocional.

Isso porque a capacidade de sentir as emoções dos outros possibilita que você se coloque no lugar das outras pessoas, o que chamamos de empatia

 

Overview: Parte III - inteligência emocional aplicada

 

Na terceira parte do livro, o autor fala sobre o quinto domínio da inteligência emocional: “relacionamentos”, e também sobre a relação entre as nossas emoções e a nossa saúde.

 

Casamento

 

Inteligência emocional pode ajudar a neutralizar tensões pessoais que separam os casais. Homens e mulheres aprendem diferentes habilidades emocionais quando crianças.

Os pais, em geral, falam mais sobre sentimentos com as filhas do que com os filhos. E, até quando se dirigem às meninas, usam mais palavras de cunho emocional do que em relação aos meninos.

Quando adultos, os homens em geral sentem muito mais dificuldades em demonstrar e conversar sobre sentimentos do que as mulheres, pois não foram estimulados a verbalizar o que sentem, o que muitas vezes atrapalha os casais a resolverem os seus problemas.


 

Administrar com o coração

 

A arrogância de alguns patrões projeta um clima ruim, o que diminui a produtividade e afasta os funcionários.

O ideal é aplicar a inteligência emocional para evitar tais resultados negativos.

O feedback é a moeda básica da inteligência emocional gerencial. Os gerentes devem aprender a promovê-lo e aceitá-lo inteligentemente.

Confira algumas dicas que irão te ajudar a trabalhar bem essa questão do feedback:

 

  • Para fazer uma crítica, fale com a outra pessoa cara a cara.

  • Exercite seu senso de empatia. Transmita elogios e críticas com bom senso.

  • Concentre-se em soluções.

  • Aqueles que recebem críticas devem aprender a ouvir isso como algo valioso para a sua formação.

 

Equipes de sucesso são baseadas na capacidade dos membros em trabalhar juntos em harmonia, aproveitando assim os talentos de cada pessoa.

 

Como as emoções afetam a saúde

 

A parte emocional do cérebro está intimamente ligada ao sistema imunológico.

Problemas psicológicos como estresse tornam as pessoas mais suscetíveis a doenças infecciosas.

Administrar sentimentos é uma forma de prevenção de doença e os pacientes melhoram quando suas necessidades psicológicas são atendidas.

 

Overview: Parte IV - Momentos oportunos

 

Na parte 4, abordamos a importância da  inteligência emocional paras as crianças.

 

Estudos mostram que as crianças estão tendo declínio em sua saúde emocional por todo o mundo.

Esta tendência é refletida em: ansiedade e depressão, transtornos de atenção e mau comportamento.

Para resolver isso, crianças e adultos devem ser treinados nas principais habilidades de inteligência emocional que já citamos neste texto.

 

Overview - Parte IV: Alfabetização emocional

 

Por último, um resumo do que é a “alfabetização emocional”.

Aquelas pessoas que cultivam a capacidade de deixar de lado o egoísmo e os impulsos, nutrindo sua inteligência emocional, o que inclui autoentendimento e autocontrole, aumentam sua motivação, além da aceitação de outras pessoas e melhoria de relacionamentos.

 

O que outros autores dizem a respeito?

 

Segundo o autor Stephen R. Covey, em O 8º Hábito, uma pessoa com QE forte sabe o que dizer na hora certa, como sentir e como expressar seus sentimentos. Evidências sugerem que a longo prazo o QE pode ser mais determinante para o sucesso do que o QI.

Já Tony Robbins, em Desperte seu Gigante Interior, ensina que para se ter autocontrole, nós precisamos primeiro identificar nossas reais emoções. Nós temos a tendência de ficar abalados pelas nossas emoções negativas, normalmente porque generalizamos ou falhamos na identificação delas.

Por último, em Selling with Emotional Intelligence, o autor Mitch Anthony esclarece que à medida que você aprende a ter mais empatia, vai entender instintivamente os motivos das pessoas que estão negociando com você.

 

Certo, mas como posso aplicar isso à minha vida?

 

Algumas dicas de como aplicar na sua vida:

 

  • Procure conhecer melhor seus sentimentos e emoções;

  • Quando estiver em uma situação de tensão, procure fazer uma pausa, realizar atividades que te tragam prazer.

  • Aprenda a responder aos seus estímulos. Para isso, é necessário um processo consciente que envolve analisar como você se sente, para depois decidir como você quer se comportar para atingir suas metas.

  • Lembre-se de se colocar no lugar do outro, procurar entender os sentimentos e as emoções.

 

O que achou?

 

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