A necessidade de transformação está acontecendo mais rápido do que nunca. Cada vez mais, empresas precisam se adaptar a mudanças de requisitos e prazos definidos de entrega.

A metodologia ágil é um software funcionando para a gestão de projetos, que permite um melhor uso dos recursos humanos e dos gastos financeiros. Além disso, garante a satisfação do cliente com entrega adiantada e contínua, assim como  mudanças necessárias no escopo do produto. 

Então eu pergunto pra você: o que lhe impede de usar a metodologia ágil em diferentes tipos de projetos? 

 

 

Com a minha experiência, posso responder que nada! Os métodos ágeis podem ser adaptados a equipes e empresas de diferentes tamanhos, além disso, a  certificação de treinamento que algumas instituições oferecem pode ser conquistada online. Tudo de bom né?

Já que estamos falando em certificações, vou apresentar pra você o curso de Introdução ao Agile Scrum que nós temos e é totalmente gratuito!

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Vamos começar? Continue com a gente!

 

Metodologia tradicional 

 

Existem alguns tipos de metodologias que são usadas para a elaboração de projetos, e uma das mais famosas é conhecida como Waterfall. Uma metodologia de gerenciamento de projetos que adapta o modelo de entrega em cascatas.

O escritor brasileiro, Vitor L. Massari especialista em tecnologia da informação, definiu a ferramenta da seguinte forma:

“O planejamento em cascata, também conhecido como Waterfall, ou como ciclo de vida preditivo (de acordo com o  PMBOK Guide), significa conduzir o projeto através de fases sequenciais que podem ter duração curta ou longa”.

A metodologia Waterfall segue etapas para a execução do projeto final. 

Estas etapas consistem na análise do problema, observando o que está sendo estudado. Depois temos o desenho da solução, que dará uma visualização do conteúdo. A tecnologia vem em seguida, e ajuda na resolução dos problemas para a implementação, na hora de sair do papel.

As últimas etapas são divididas entre a fase de testes e implantação, resultando no produto final.   

Agora, entenda quais são os riscos de um projeto em modo “cascata” e como a metodologia ágil preenche essas lacunas. 

 

Riscos dos métodos tradicionais 

 

Atendimento das expectativas 

Por ser um processo de desenvolvimento com muitas e longas fases, e sabendo que o resultado do produto só é visualizado na última etapa, corre-se o risco de o cliente não ficar satisfeito.

Como a metodologia ágil resolve: com a  Sprint Scrum.

Sprint representa um ciclo de trabalho em que algum valor é adicionado ao produto no final do ciclo. Sendo assim, o produto precisa ter algum incremento que gere valor aos olhos do cliente. 

 

Mudanças de mercado e negócio 

As condições de mercado e negócio podem mudar no decorrer do projeto, e o resultado final pode não estar adaptado a essas mudanças.

Como a metodologia ágil resolve: com a Sprint Review.

Com essa ferramenta é possível organizar uma reunião de revisão no final de cada Sprint, com toda a  equipe Scrum e o cliente do produto, para discutir os processos e receber um feedback do  cliente sobre o processo de desenvolvimento

Assim, torna-se possível saber a opinião do cliente e fazer as mudanças sem incorrer em custos operacionais. 

 

Alteração de requisitos

No decorrer do projeto, o cliente pode sentir a necessidade de alterar a ordem de alguns requisitos ou até mesmo acrescentar pedidos que ficaram de fora no primeiro momento. Essa prática pode impactar possíveis restrições do projeto, como tempo e custo.

Como a metodologia ágil resolve: com a Sprint Backlog.

Em uma Sprint Backlog é feito o agrupamento dos requisitos prioritários para a realização da Sprint Scrum, em que uma meta será traçada para o desenvolvimento de algum incremento no produto. 

Como são processos realizados por etapas, mudanças são aceitas no escopo sem que o projeto sofra penalidades em custos e atraso. 

Um papel importante nesse processo é do  Product Owner, que cria a lista de requisitos e é membro do time responsável por direcionar o projeto de acordo com a necessidade do cliente.  

 

 

Problema na fase de testes 

Essa é uma das últimas etapas para o final do projeto, como também é a etapa em que são encontrados muitos problemas que geram retrabalhos, custo e insatisfação das partes interessadas. 

Como a metodologia ágil resolve: com o Sprint retrospective.

No processo final é realizada uma reunião com o time Scrum, para repasse de todos os pontos positivos e negativos da Sprint Scrum, na qual são passadas as falhas e conquistas do projeto e formas de melhorar.

A metodologia ágil corrige os problemas finais por traçar um plano que é realizado por etapas, é flexível e mantém uma comunicação constante com e equipe.  

Quando trabalhamos com a metodologia ágil ou pretendemos aplicá-la em uma empresa, por existirem fornecedores externos, é importante se atentar aos tipos de contrato dos projetos e com a distribuição dos papéis do  Scrum.

Quer entender mais? Continue a leitura. 

 

Tipos de contrato 

 

Como a metodologia ágil trabalha com Sprints, torna-se possível uma variação no tipo de contrato. Eles são diferenciados pela fixação de preço, produtividade da Sprint, prazo em aberto ou fixado.

 

Projeto com prazo fixo 

Nesse tipo de contrato, o escopo do projeto deve ser negociado com a empresa. Quando a versão de entrega do produto tem data fixa, é possível determinar um valor no início do projeto, pois será possível calcular quantas Sprints serão necessárias e seu orçamento.

 

Projeto sem prazo fixo

Quando um contrato não tem prazo fixo, mudanças no escopo do projeto e variação de custos podem acontecer. Sendo assim, é necessário ter uma equipe auto-organizada, que tenha conhecimento do projeto, de  Scrum e de negócios. Assim, é possível definir a quantidade de Sprints e o valor máximo do projeto. 

 

Preço fixo por Sprint

Com esse contrato, você tem um escopo fechado e um preço fixo. Os requisitos do  Product Backlog são programados para cada Sprint e é determinado o valor que elas terão. Esse tipo de contrato oferece a opção de parada do projeto caso a empresa não esteja satisfeita. 

 

Preço fixo com metas por Sprint

O contrato de preço fixo oferece metas de qualidade, ou seja, é determinado um custo do projeto, uma velocidade de produtividade da equipe e um intervalo-limite de tolerância para essa velocidade.

Como no exemplo abaixo. 

 

A partir desses dados é determinado um valor de tolerância final para cada Sprint. 

 

Distribuição dos papéis do Scrum 

Alguns cuidados devem ser tomados com a distribuição dos papéis do Scrum. A seguir, vou mostrar para você os possíveis cenários e quais os riscos que apresentam com o uso da metodologia ágil, caso mal aplicada. 

 

Product Owner na empresa / Scrum Master e Equipe de Desenvolvimento como terceiro.

  • Product Owner não colaborar com a equipe, por estar em outras atividades da empresa.

  • Scrum Master focar somente na Equipe de Desenvolvimento, considerando o Product Owner um cliente externo.

  • Scrum Master se apegar a contratos e à alteração do escopo do projeto, ao invés de ser um Scrum Master

  • Ter o gerente de conta como mediador entre o time de desenvolvimento e o Product Owner, fazendo um papel de Scrum Master disfarçado, por não possuir uma autonomia. 

 

Analista do negócio fazendo papel do Product Backlog como terceiro. 

  • Analista de negócios pode não ser apto para construir um Product Backlog que não seja voltado para os interesses da empresa.

  • Analista de negócios pode definir um Product Backlog voltado para o time de desenvolvimento, deixando de lado a visão da empresa.

 

Product Owner Scrum Master na empresa / Equipe de desenvolvimento como terceiro.

  • Scrum Master pode atuar como um gerente de projetos, por apenas exibir resultados, em vez de facilitar. 

  • Scrum Master pode não conseguir se conectar com a equipe de desenvolvimento.

  • O Scrum Master pode realizar outras atividades dentro da empresa, em vez de estar focado em suas atividades. 

 

Product Owner na empresa / Scrum Master e Equipe de desenvolvimento como terceiros, mas designados na empresa.

Esse é o melhor cenário, pois cria um melhor engajamento e torna mais fácil a comunicação entre a Equipe de Desenvolvimento e o Product Owner.

  • Único risco é ter uma visão separada: nós e eles. 

 

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