Já ficou apavorado antes de uma entrevista de emprego sem saber o que será perguntado e como reagir a cada pergunta? Provavelmente sim, certo?

Bem, todos nós já ficamos com esse receio. Afinal, as perguntas na entrevista de emprego definirão se você conseguiu ou não a vaga.

Mas fique tranquilo, pois devido à isso, decidimos preparar para você um guia contendo as 33 (isso mesmo, trinta e três!) principais perguntas na entrevista de emprego de acordo com o livro The Accelerated Job Search de Wayne D. Ford, para que você possa estar preparado para as várias direções em que o entrevistador pode guiar a conversa.

 

1. Fale um pouco sobre você.

 

Hoje em dia, em todas as suas variantes, esta é, com certeza, a colocação mais frequente numa entrevista de emprego.

O que o entrevistador espera é uma resposta breve, sucinta e objetiva, contudo natural e não “decorada”. Se você deixar transparecer que trazia a resposta preparada, isso lhe dará uma imagem pouco espontânea e artificial.

É bom que se evite mencionar interesses ou atividades que não se refiram diretamente à sua atividade de trabalho ou à função que você pretende desempenhar ali. Se for o caso, aborde estes temas apenas se forem especificamente pedidos.

Descreva neste ponto o que já realizou na sua vida profissional, focando particularmente naquilo que se relaciona com a vaga. Comece no passado e prossiga a sua breve descrição até ao presente.

Não fale de planos futuros, muito menos se for condicioná-los àquela vaga – isso soa pretensioso e arrogante para a maioria dos entrevistadores.

 

2. Por que deixou o seu último emprego?

 

Essa é uma daquelas perguntas na entrevista de emprego perigosas. Sejam lá quais foram as circunstâncias, mantenha sempre um ar ameno e positivo.

Não mencione problemas graves na sua organização anterior (a menos que tenha havido o fechamento da empresa, falência – desde que essa não tenha sido culpa do seu setor – ou uma demissão coletiva, o que deve apenas ser mencionado “por cima”) e jamais mencione conflitos com os seus superiores ou colegas de trabalho.

Se o fizer, diga adeus à vaga, com direito a valsa de despedida. Sempre dê a entender que saiu para evoluir profissionalmente, a procura de uma nova oportunidade profissional.

 

3. Que experiência tem nesse campo?

 

Seja específico a temas que se referem à posição que está na mesa. Se não tiver experiência específica, tente aproximar-se ao máximo, mas não invente.

Evite todos os temas que não têm diretamente nada a ver com a vaga, a empresa ou o setor. Se você está concorrendo a uma vaga de escriturário, evite, por exemplo, dizer que já foi artesão.

 

4. Considera-se um(a) homem/mulher de sucesso?

 

A resposta, neste caso, é obrigatoriamente “sim” e explique sumariamente porque pensa dessa forma, frisando que este não é um estado definitivo, que você está sempre em busca de alcançar um patamar mais elevado neste sentido.

Liste os objetivos de vida que traçou para si próprio no passado e forma como os alcançou e como espera alcançar os restantes num futuro próximo.

 

5. O que os seus colegas pensam sobre você?

 

É interessante ter algumas boas referências - verdadeiras - de ex-chefes ou supervisores especialmente, e colegas próximos.

Mas, se não lembrar de nenhuma, você pode atribuir a um nome genérico e absurdamente comum alguma citação (desde que, obviamente, ela não possa ser confirmada) como “O Paulo diz sempre que eu sou o trabalhador mais eficiente e persistente que já conheceu”.

 

6. O que conhece sobre esta empresa?

 

É imperativo que você saiba onde está indo. Fique atento para não falar sobre dificuldades ou aspectos negativos daquela organização.

Essa é uma das perguntas na entrevista de emprego que demonstram o quão interessado você está na vaga, pois demanda pesquisa sobre a organização para a qual está se candidatando.

 

7. O que você fez para melhorar os seus conhecimentos técnicos no último ano?

 

Mencione todas as atividades de melhoria da sua performance nas últimas funções, desde aquelas que foram financiadas pela organização anterior até aquelas que eventualmente pagou do seu próprio bolso.

 

8. Tem outras ofertas de emprego em vista?

 

Seja sincero, mas limite ao mínimo as suas respostas sobre outras empresas.

Lembre-se de frisar que, obviamente, aquela é a que mais lhe interessa, contudo, assim como dentro de uma empresa, você precisa avaliar todas as possibilidades e ter alternativas de “reserva” a mão, caso uma ou outra não vingue.

Você tem de manter o foco no emprego que está em jogo, não nos outros.

 

9. Porque é que quer trabalhar nesta organização?

 

Esta poderá ser a sua resposta mais importante. Baseie-se na pesquisa que fez sobre a organização. Seja absolutamente sincero, já que qualquer falsidade poderá determinar a sua eliminação e ela poderá ser facilmente identificada.

 

10. Conhece alguém que trabalha para nós?

 

Uma pergunta delicada e complicada: além do fato de que algumas organizações não contratam familiares, você só deve mencionar amigos se ele for de absoluta confiança, estiver em boa situação na empresa e estiver previamente avisado que você vai dizer que o conhece e ele o recomenda.

Cuidado com indicação de amigos duvidosos: se você cair numa entrevista por informações mal passadas por um amigo não muito confiável, você não terá sido o primeiro a ser enganado por um falso amigo que quando questionado sobre a empresa ou por uma indicação, dá uma imagem oposta ao esperado e profundamente negativa, ou ainda, diz que vai indicá-lo e não o faz.

Na dúvida, não mencione ligações com a empresa.

 

11. Qual salário você pretende receber?

 

Dar uma resposta pronta pode colocá-lo numa enrascada neste caso: por um lado, você pode dizer um valor acima do que a empresa pretende pagar; por outro, pode acabar dizendo menos do que ganharia, e a empresa se beneficiar disso, contratando-o por um valor abaixo de mercado.

Assim, o ideal é dizer não ter pensado nessa possibilidade, pois antes de tudo está interessado no trabalho que desempenhará, devolvendo uma pergunta: “qual é tipo de salário que está aqui em questão?”.

Alguns entrevistadores se evadirão. Nenhum o levará a mal por fugir da resposta, pois notará maturidade na sua atitude. Se, contudo, for pressionado a responder, dê um valor tão vago e impreciso quanto o possível.

 

12. Você gosta de trabalhar em equipe?

 

Neste caso não é muito bom dizer outras respostas que não seja sim. O "talvez" e o "não" o eliminarão automaticamente do processo, pois nos métodos produtivos dos dias de hoje, quem não sabe trabalhar em equipe não serve para as organizações.

Mas o sim nem sempre basta: tenha à mão exemplos de trabalhos em equipe de sucesso nos quais você trabalhou prontos para citar, e quanto mais recentes melhor. Exemplifique com casos em que colocou seu bem-estar ou glória pessoal em nome do desempenho da equipe.

Não se vanglorie e procure se manter fiel aos fatos mais do que a suas opiniões de como os trabalhos aconteceram.

 

13. Durante quanto tempo espera trabalhar para nós?

 

Neste caso, a melhor resposta seria “enquanto acharem que estou realizando um bom trabalho”, mas também é bom deixar claro que pretende, sempre, manter uma constante evolução com a empresa e o trabalho perdurará enquanto esse equilíbrio for mantido.

 

14. Já teve que despedir alguém? O que sentiu então?

 

Este é outro exemplo em que a qualidade da resposta é essencial e pode ser a diferença entre você deixar uma boa impressão ou não.

Mesmo que isso tenha acontecido, nunca deixe transparecer que gostou ou não de despedir alguém. Uma pessoa de confiança tem que tomar uma ação porque é necessário, e não porque gosta ou desgosta. Você teve que fazer aquilo que tinha que ser feito, e pronto.

Diga que quando se trata de defender a organização ou o indivíduo, você deve optar pela primeira pelo compromisso que assumiu enquanto profissional.

 

15. Qual é a sua filosofia quanto ao trabalho?

 

Não se alongue. Afirme que os trabalhos têm que ser feitos, especialmente os urgentes e essenciais, e está disposto a dar seu melhor, com todo o seu esforço, para cumpri-los.

Seja positivo, mostrando um foco especial nos benefícios para a organização.

 

16. Já lhe solicitaram que abandonasse uma função?

 

Se sim, seja honesto, com brevidade, procurando deixar claro que deu o melhor de si, mas infelizmente não houve uma identificação profunda com a função e havia quem a desempenhasse de maneira mais efetiva.

 

17. Explique como você poderia ser útil para a empresa (ou) porque devemos contratá-lo?

 

Esta é uma das mais importantes respostas que você dará em qualquer entrevista, pois ela mostra que você está ciente do que vai fazer naquela empresa e como você se comportará ali.

Também é uma resposta que define toda a sua carreira ali dentro: o seu empregador pode usar o que você disser naquele momento para lhe exigir e cobrar posturas e ações a partir do momento em que você passar a ser um empregado.

Portanto, você deve refletir muito sobre esta pergunta antes mesmo de chegar à entrevista. Mais do que destacar e enfatizar seus pontos mais positivos, especialmente aqueles que mais se relacionam com a companhia em questão, é importante que você fale sobre suas expectativas de crescer e evoluir ali dentro, com esforço e dedicação.

Deixe claro que as suas capacidades correspondem às necessidades da organização.

Nunca mencione que é melhor do que qualquer outro concorrente, nem sequer no abstrato, mas se quiser frisar a sua superioridade (se achar que a possui), para não deixar um ar de arrogância ao fazê-lo, diga ao entrevistador que seus níveis de excelência são bastante elevados e você sabe que pode realizar um trabalho de qualidade.

 

18. Conte-me uma sugestão recente que tenha feito no seu último emprego e como ela se concretizou

 

Vá para a entrevista com uma destas sugestões já preparada, se possível, previna-se tendo em mão uma carta de recomendação da pessoa que citar nessa narrativa. Esta deverá ser uma que foi aceita, implementada e que tenha tido uma aplicação bem sucedida.

Idealmente, deverá ser diretamente aplicável no tipo de função que está concorrendo, mas caso isso não seja possível, não se preocupe, pois a intenção desta pergunta é ver o grau de aplicabilidade e sucesso das suas ideias.

 

19. O que o irrita mais nos seus colegas?

 

Sinta o aroma desta pergunta. Um adorável cheirinho de... armadilha.

O ideal neste caso é “pensar” por alguns segundos e depois dizer que não consegue pensar em nada que irrite o suficiente para que seja relevante – óbvio que manias todos temos e viver no equilíbrio, com tolerância e paciência, é sempre uma boa política – e que o seu relacionamento com seus colegas de trabalho costuma ser muito bom.

 

20. Qual seu maior atributo?

 

Há várias respostas possíveis para esta pergunta, mas em todo caso, você sempre deve pensar num aspecto positivo.

As respostas mais comuns em geral envolvem a sua capacidade para priorizar e resolver problemas, o desenvolvimento de projetos, a capacidade de trabalhar sob pressão, capacidade clara e bem definida de seguir ordens diretivas, seus conhecimentos técnicos ou sua capacidade de liderança.

Se não tiver nada em mente, procure ater-se a uma destas alternativas.

 

21. O que você procura num trabalho? (Ou) Descreva o que seria, pra você, “emprego de sonho”.

 

Procure não se referir a nenhum emprego que tenha tido no passado, nem sequer aquele que está agora na mesa.

Não mencione especificamente outro trabalho que não aquele que corresponderá a esta entrevista, porque isso poderá dizer ao entrevistador que sairá na primeira oportunidade.

O melhor é se manter no campo das generalidades.

 

22. Com que tipo de pessoa recusaria trabalhar?

 

É importante frisar que você não se recusaria a trabalhar com ninguém, e só abriria alguma exceção neste sentido em casos extremos que envolvessem deslealdade para com a organização, violência física ou verbal, ou ilegalidade em transações, crimes, lavagem de dinheiro e outros.

Qualquer coisa menos grave que isto, ou que depende da sua opinião ou do seu comportamento pessoal, deve ser omitida.

Fatores como religião, opção sexual, entre outros, devem com certeza ser deixados de fora. Por vezes, se sentirem algum nível de preconceito em você ou virem algum símbolo religioso, alguns entrevistadores investirão mais, aparentando eles próprios uma posição de intolerância, para arrancar a verdade ou algum comportamento mais condenável.

Mantenha a postura e a ética. No âmbito profissional, esses valores pessoais nem devem ser levados em consideração.

 

23. O que é mais importante: dinheiro ou trabalho?

 

O dinheiro é o que traz o sustento, mas trabalho traz realização. Pense nisso. Essa frase pode ser uma ótima resposta. Coloca exatamente o peso de cada uma das coisas, não compromete e, para o bom examinador que sabe ler as entrelinhas, diz exatamente qual a sua postura.

 

24. Você já teve problemas com seus superiores? Conte-me.

 

E temos nosso entrevistador, mais uma vez, e saudavelmente, colocando-o numa situação difícil, face a face com uma bela armadilha.

A intenção do examinador é fazer você falar mal de seus antigos chefes, para ver qual sua posição ética. Se você entrar nessa e começar a apontar defeitos nas empresas onde trabalhou, pronto, a entrevista acabou e você foi reprovado.

O melhor jeito de sair desta, se pressionado a responder, é ser vago e afirmar que divergia da maneira como determinada questão estava sendo abordada, mas que o problema não estava em torno do que era certo ou do que era errado, e sim de pontos de vista diferentes, pois era possível que ambos fossem chegar no mesmo lugar, embora por caminhos diferentes.

Nada mais estéril que isso. Fugir, nesse caso, pode ser encarado como uma tentativa de esconder algo, como um político que muda de assunto quando perguntado sobre algo que teria feito de errado.

 

25. O que o motiva a trabalhar melhor?

 

Essa resposta pode ser mais pessoal, desde que você não responda a única coisa que faz o entrevistador encerrar a entrevista: salário alto.

O empregado que só olha para o dinheiro sempre vai achar que ganha pouco e por isso sempre vai estar desmotivado, portanto não é um bom empregado.

 

26. Está disposto a trabalhar para além de seu horário? Fazendo noites e fins de semana?

 

Para muitos, a resposta mais óbvia é sim. Muitos entrevistados – e até pessoas que orientam candidatos em empresas de Recursos Humanos – acham que isso faz o empregador pensar que encontrou uma “mina de ouro”, o empregador que trabalha sem reclamar.

Contudo, também é uma das piores armadilhas do candidato que acaba sendo contratado; se ele respondeu que sim, para sair “bem na fita”, como diz a gíria, ele acaba se dando mal quando acaba sendo exigido a cumpri-lo.

O ideal é responder com sinceridade ou, ainda, com moderação: diga ao entrevistador que tudo que é combinado não sai caro para ninguém.

Portanto, se é necessário trabalhar aos fins de semana, que isso seja acertado previamente, para equilibrar todos os âmbitos da sua vida (família, estudos, espiritualidade, etc.) com os da empresa e isso poderá ser arranjado sem dificuldade – a questão é que, em todos os aspectos, você está aberto a negociações, sugestões e a suprir as necessidades da empresa.

Essa resposta deve ser dada especialmente por quem tem filhos, família e precisa ter tempo para passar com eles.

 

27. Se for necessário, estaria disposto a mudar de local de trabalho?

 

Como na pergunta anterior, você deve ser claro, direto e honesto, e não responder sim por impulso para agradar o entrevistador. Diga que, em princípio, é uma possibilidade a considerar.

Seja claro e honesto, e não se esqueça de que é preciso avaliar esse tipo de possibilidade junto com sua família – avaliando a disponibilidade para tal mudança (se achar, antes mesmo de ir para a entrevista, que existe a possibilidade de que essa pergunta seja feita, já converse com eles de antemão, para ter uma resposta pronta).

O importante é não dizer que está disposto a se mudar e depois se negar a fazê-lo, o que pode determinar o fim da sua carreira.

 

28. Está disposto a colocar os interesses da empresa acima dos seus próprios?

 

Outra pequena armadilha aos desavisados. Novamente, o ideal é responder com moderação, parcimônia. Não se apresse em responder que sim para agradar ao entrevistador.

Pelo contrário, mantenha uma posição de equilíbrio, frisando que sempre estará disposto a fazer o que for necessário pela empresa, especialmente para o seu crescimento nela e com ela, mas deixe claro que essa disposição pode se limitar à medida que não houver retorno pessoal, motivação ou em que lhe peçam para realizar algo fora dos padrões da ética profissional.

 

29. O que aprendeu de erros anteriores?

 

É certo que todos cometem erros. Contudo, seu entrevistador não precisa ouvir uma lista de tantos quantos você já teve em sua vida.

Seja sucinto e não cite erros graves e que o levaram, por exemplo, a ser demitido por justa causa ou ao fracasso de um projeto.

 

30. Quais você considera que sejam seus pontos fracos?

 

Use uma política semelhante à de pergunta anterior. Obviamente você tem milhares de defeitos. Mas seu entrevistador não precisa estar ciente dos mais graves.

E fica o aviso para o caso da contratação ocorrer: lide com seus defeitos, para que eles não apareçam na empresa.

 

31. Como se propõe compensar a sua falta de experiência? (Caso ela exista)

 

Neste caso, é bom frisar que com empenho e esforço, você será capaz de tornar-se o mais apto àquela função.

Se tiver outras experiências que compensem aquela que você não tem, ou habilidade, este é o momento de valer-se delas e exibi-las ao entrevistador.

 

32. Que qualidades você admira num superior?

 

Conhecimento, capacidade de liderança, senso de humor oportuno, descontração, seriedade para o trabalho, entre outras características são aquelas que, combinadas, dão uma ótima resposta para esta pergunta.

E diga, obviamente, que se ele é seu superior, é por que está ali por conhecimento, capacidade e merecimento, então essas qualidades estão implícitas.

 

33. Qual foi, até hoje, o seu maior desapontamento profissional?

 

Diga lá o que disser, não demonstre raiva ou frustração. Aceitação e espírito de superação são as qualidades que os entrevistadores mais admiram nos candidatos, portanto enfatize que as tem ao narrar o que lhe foi solicitado.

Por fim, quando a entrevista termina, é comum que o entrevistador pergunte se você tem dúvidas ou perguntas.

Dessa forma, esteja sempre preparado e leve uma pequena lista de perguntas, fruto das suas pesquisas sobe a empresa e que tenham a ver com a forma como pode contribuir e trabalhar.

Questione sobre os projetos que estão em andamento, sobre os que estão prestes a começar e a estrutura onde você poderá ser integrado.

 

E aí, que tal se preparar ainda mais?

 

Depois de ter lido esse guia completo sobre as perguntas na entrevista de emprego, você com certeza está mais bem preparado, não é mesmo?

Mas para que você se sinta completamente preparado, sabendo o que vestir e como se comportar, temos o curso Como Ter Sucesso em um Processo Seletivo!

Não perca tempo e esteja completamente preparado para as oportunidades de emprego que surgirem para você!