Tomar decisões faz parte de nossas vidas, desde do momento que acordamos até o momento que nos deitamos. Essas decisões podem ser das mais simples, tomar água ou suco, usar uma camisa vermelha ou preta, comer ovo ou pão com manteiga.

Segundo Flávio, “tomamos milhares de decisões diariamente. Porém, algumas delas não são decisões corriqueiras. São decisões especiais. Decisões que têm o poder de mudar o rumo do roteiro de nossa vida. A elas eu dou o nome de Ponto de Inflexão.

É um conceito da matemática, mas que usaremos para ilustrar perfeitamente momentos de nossa vida que podem tomar direções opostas a depender de nossas escolhas.”

O desafio é quando você está no meio de um “Ponto de Inflexão” e saber identificar, “estou em um ponto de inflexão, como devo me comportar?”. Como identificar se uma decisão é um ponto de inflexão na minha vida? Esta obra propõe a resposta para essa pergunta.

 

Sobre a obra

 

Ponto de Inflexão, lançado em 2019, escrito por Flávio Augusto da Silva, é um livro em que o autor conta quais decisões foram capazes de mudar completamente o rumo de sua vida. Essas decisões são chamadas por Flávio de “Ponto de Inflexão”.

O livro possui 208 páginas e 10 capítulos, esses capítulos representam 10 “Pontos de Inflexão” pelos quais Flávio passou. O objetivo do autor com esta obra é fornecer ferramentas para tomarmos decisões em nossos “Pontos de Inflexão”.

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Sobre o autor

 

Flávio Augusto da Silva, brasileiro nascido em 1972 na cidade do Rio de Janeiro, é empresário e escritor, fundador da Wise Up, proprietário do Orlando City Soccer Club e presidente do T-BDH Capital.

Flávio passou a maior parte da infância e adolescência estudando em uma escola pública do seu bairro. Ao completar 19 anos, começou a trabalhar no departamento comercial de uma escola de inglês, passaram-se quatro anos e Flávio fundou a Wise Up.

Em 2013 a empresa foi comprada pela Abril Educação, por R$ 877 milhões. Neste mesmo ano ele comprou o Orlando City Soccer Club e atualmente o time está entre os dez mais valiosos das Américas.

 

Esse livro é indicado para quem?

 

O que fazer diante de um “Ponto de Inflexão”? Muitas pessoas não percebem quando estão diante de um momento que mudará sua vida e acabam escolhendo por comodidade, não por consciência, ou seja, apenas seguem o fluxo.

É importante destacar que não seguir o que a maioria faz, não quer dizer que ficamos para trás. Pode significar que o outro caminho nos levaria, onde o caminho convencional não pode nos levar, ao caminho do sucesso.

“Por isso, é fundamental entendermos que, na vida, não existe apenas um caminho para nos realizarmos. Existem inúmeras possibilidades que poderão nos levar muito além do que imaginamos.”

Esta obra é para as pessoas que não escolheram o caminho da maioria. Para aquelas que querem aprender a identificar um “Ponto de Inflexão” e saber qual decisão tomar diante dele. Ou ainda, para aquelas que estão na direção contrária daquela que iria trazer mais significado para sua vida.

 

Ideias principais do livro

 

  • Nossos resultados são frutos das nossas decisões. Ter conhecimento disso nos traz um sentimento de responsabilidade em nossas vidas. Nos traz a certeza de que virar o jogo está nas nossas mãos;

  • Não somos obrigados a seguir as decisões que a maioria escolhe. Não temos que tomar decisões baseadas no que as outras pessoas esperam de nós. Não possuímos somente as opções que nos foram apresentadas;

  • Comemore uma vitória, comemore um sucesso, mas saiba que eles não são absolutos. Aprenda com seus erros, e assim como uma vitória e um sucesso, eles não são absolutos. Todos eles andam juntos.

 

Overview: “O Bico”

 

Neste capítulo, Flávio descreve os acontecimentos que fizeram ele abrir sua primeira empresa. “Eu me apaixonei por Luciana e precisava pagar o sorvete. Quais eram minhas alternativas?

  1. Pedir dinheiro para meu pai;

  2. Pedir para ela pagar a conta;

  3. Deixar de sair com ela;

  4. Romper a inércia e produzir meu dinheiro, vendendo um produto.”

Ao escolher a quarta opção, Flávio descobriu, em pouco tempo, que tinha desenvolvido uma habilidade, a habilidade em vendas.

Logo começou a pensar, “como alguém passa o dia todo trabalhando numa empresa para ganhar um salário cheio de descontos no final do mês, se eu ganho mais do que isso apenas vendendo relógios?”

Com esse pensamento em mente, Flávio decidiu dar mais um passo em direção ao empreendedorismo: trabalhar como vendedor numa escola de inglês.

Trabalhando nessa empresa ele percebeu que poderia antecipar seus planos de se casar com Luciana, alcançando a independência financeira. Isso seria possível através do cumprimento de “metas bastante agressivas” dessa escola de inglês.

Ao tomar a decisão de largar a faculdade para investir ainda mais em seu futuro como empreendedor Flávio estava criando, mesmo sem saber, um “Ponto de Inflexão”. Esse ponto daria origem a empresa que seria conhecida mais tarde como WiseUp. Mas isso será esclarecido mais a frente.

 

Overview: “Larguei 7 mil dólares por mês”

 

Depois de alguns anos trabalhando cem por cento na área comercial daquela empresa. O autor começou a prestar atenção em como a área de operação funcionava. Ele percebeu que o número de retenção dos alunos era muito baixa, ou seja, poucos alunos permaneciam no curso.

Então, Flávio descobriu que a qualidade do produto tinha deficiências graves. A partir daí ele se viu preso em um conflito ético, pois para ele, é essencial acreditar na qualidade do produto ao qual se vende.

Diante desses fatos ele tinha 3 possibilidades a sua frente:

  1. Ignorar o problema da qualidade do produto e continuar na empresa ganhando 7 mil dólares por mês;

  2. Continuar mais 1 ano na empresa e acumular o capital para começar um novo projeto. Isso prejudicaria a sua liderança, pois seria uma liderança sem convicção;

  3. Colocar tudo em risco e abrir um novo negócio, mesmo sem ter o capital necessário.

No seu ápice profissional, de credibilidade e de performance Flávio decidiu abrir um novo negócio. Aquele era o momento de criar a WiseUp.

“O timing perfeito para eu criar um Ponto de Inflexão. A falta de capital que me esperava seria um risco muito menor, que eu estava disposto a correr. Nos doze meses seguintes, foram mais de mil e cem matrículas realizadas e uma segunda filial aberta em São Paulo no nono mês de existência”, diz Flávio.

 

Overview: “Disse não para 200 milhões de reais”

 

Flávio passou por dificuldades na WiseUp. A empresa quase quebrou, ele também passou 8 meses morando na Austrália, para provar que a empresa não precisaria de sua presença para seguir em frente, falhando no processo.

Em 2008, esses obstáculos já haviam sido superados. O crescimento da companhia estava acelerado e o Brasil atraía investimentos internacionais.

Foi nesse momento que Carlos Wizard entrou em contato com Flávio. Eles marcaram uma reunião na sede da WiseUp para conversar sobre um novo projeto proposto por Wizard.

“Flávio, aqui nesta sala existe uma riqueza que não podemos ver, mas está aqui. Ela se chama ‘valor’, ‘equity’. É o que vale sua empresa. Como empresários, sempre buscamos margens maiores de lucro, mas, muitas vezes, ao entendermos o equity, podemos ter acesso a uma riqueza maior que nem sempre percebemos...”, disse Wizard.

Flávio balançava a cabeça, sem entender muito bem sobre o assunto.

“Na verdade, ele estava me dando uma aula, que, na hora, não captei muito bem, mas foi o gatilho para que eu tivesse a compreensão profunda e prática de que precisava naquele momento, sobre o que era essa tal de riqueza que estava no ar a que ele se referia: o equity.”, conta Flávio.

Wizard disse para Flávio marcar uma reunião com Charles, seu filho, se ele tivesse interesse em continuar a conversa. A reunião aconteceu 3 semanas depois. Flávio aproveitou esse tempo para pesquisar sobre essa tal riqueza, o equity.

No dia da reunião Flávio foi direto ao ponto, “Charles, vamos direto ao ponto? O que você quer?” Charles, então, propôs a compra da WiseUp por 200 milhões de reais. Flávio tinha acumulado até então, aos 36 anos, como pessoa física, 15 milhões de reais.

O que 200 milhões representaria para Flávio? “Em 2008, com um CDI em torno de doze por cento ao ano, significaria que ganharia 24 milhões por ano, sem correr qualquer risco e sem qualquer esforço.”

Flávio teria um mês para pensar na resposta. Vender ou não vender a empresa naquele momento? Ele acabou recusando a proposta de Charles.

A WiseUp cresceu muito ao longo dos anos, mas Charles sempre vinha fazer propostas para Flávio, 500, 700, até chegar em 990 milhões de reais em 2012.

Flávio diz que “esse foi um Ponto de Inflexão que desafiou a minha percepção de timing e, diante de uma única decisão, fosse ela qual fosse, eu poderia estar perdendo o bonde da vida”.

Flávio ainda completa “qual é a melhor hora para entrar e a melhor hora para sair? Essa pergunta esconde os segredos entre o sucesso e o fracasso de uma vida inteira.”

Em 2012, a WiseUp foi vendida, por R$ 877 milhões, para a Abril Educação.

 

O que outros autores dizem a respeito?

 

Jim Collins em “Empresas Feitas para Vencer” mostra o resultado de sua pesquisa, que identificou as empresas que alcançaram sucesso duradouro após anos de desempenho ruim e isolaram os fatores que diferenciam essas empresas de seus competidores.

A partir disso, foi desenvolvido um modelo para tornar uma empresa mediana em destaque dentro de seu mercado.

Jeff Walker em sua obra, “Launch”, fornece um guia para pessoas que desejam estabelecer um negócio digital. Isso inclui empreendedores que já possuem uma empresa e querem aumentar seus resultados, assim como pessoas que estão começando do zero.

Além disso, pode servir para ajudar quem precisa criar um plano de marketing sólido e eficiente.

Também podemos citar o livro “Leading the Learning Revolution”, do especialista em ensino eletrônico Jeff Cobb. Ele aborda como vender produtos e serviços de ensino online, como fazer uso de uma variedade de ferramentas web para conduzir pesquisa de mercado e como vender praticamente qualquer produto ou serviço via Internet.

Para saber mais sobre essas obras, é só ler os Pocket Books que preparamos você:


 

Certo, mas como posso aplicar isso à minha vida?

 

O fato de tomarmos muitas decisões em nossas vidas pode prejudicar a nossa capacidade de pensar fora da caixa. Em vez de ter papel principal em nossa vida, apenas deixaremos a vida nos levar.

Segundo Flávio, “quando não sabemos identificar o Ponto de Inflexão, corremos o risco de perder o bonde da vida e ficarmos para trás.”Portanto, identificar um “Ponto de Inflexão” no momento em que ele ocorre é extremamente importante.

Para isso, analise os “Pontos de Inflexão” pelos quais você já passou, e também, os de outras pessoas. Afinal, essa é a principal contribuição da obra de Flávio.

 

Gostou desta análise?

 

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