“Quem mexeu no meu queijo?” é uma parábola que revela verdades profundas sobre mudança.

Dois ratinhos e dois homenzinhos vivem em um labirinto em busca de queijo - uma metáfora para o que se deseja ter na vida, de um bom emprego à paz espiritual.

No livro, o autor Spencer Johnson apresenta propostas que podem durar por toda a vida, que ensinam a lidar com a mudança para a viver com menos estresse e alcançar mais sucesso no trabalho e na vida pessoal.

Neste resumo, vamos te mostrar quais são as principais ideias do livro, explicando-as de maneira fácil e rápida!

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1 - A busca pelo sucesso

 

 

Os dois ratos, Sniff e Scurry, não pensam muito nas coisas. Em vez disso, gastam seu tempo correndo pelos corredores do labirinto, em busca do queijo.

Essa forma aparentemente descuidada pela qual os ratos procuram seu queijo é instrutiva, além de muitas vezes ser o método mais efetivo para alcançar seus objetivos. Na verdade, agir sem pensar muito pode economizar tempo energia.

Se não acham queijo no fim do corredor, Sniff e Scurry simplesmente se viram e vão procurar em outro caminho - sem perder tempo ficando nervoso ou frustrado.

Por outro lado, os homenzinhos Hem e Haw, com seus cérebros mais complexos, trabalharam em estratégias para achar o queijo, memorizando os cantos escuros e os becos sem saída do labirinto.

Mas mesmo com todo o planejamento, eles ainda se confundiam e se perdiam. E sempre que acabavam de mãos vazias, ficavam depressivos, imaginando se a felicidade algum dia seria alcançada.

Na vida real, nós também tendemos a complicar demais as coisas. Não apenas pensamos demais em problemas e eventos ruins, como também ficamos muito apegados ao status quo (situação atual).

Voltando ao conto, certo dia os homenzinhos conseguiram finalmente encontrar o tão sonhado queijo em um determinado corredor.

Aos poucos, a vida dos dois começou a girar apenas em torno do banquete, que estava sempre no mesmo corredor. Eles se sentiam em casa ali, e tinham orgulho disso.

Como Hem e Haw, quando nós atingimos o sucesso (nosso queijo), podemos rapidamente nos tornar dependentes dele, de tal maneira que nossa vida gira em torno do nosso “queijo”.

 

2 - O perigo da acomodação

 

Então, certo dia, Hem e Haw acordaram e ficaram chocados ao perceber que seu precioso queijo havia sumido.

De fato, a mudança sempre acontece, mais cedo ou mais tarde. O que muda é como você se prepara para ela. Se você está acomodado e não presta atenção no que acontece ao seu redor, vai ser difícil antecipar uma mudança brusca que está por vir.

Sniff e Scurry, por outro lado, nunca deram a comida por garantido, por isso prestaram atenção e já tinham percebido que a quantidade de queijo disponível vinha diminuindo com o passar do tempo.

Algumas vezes, as coisas que nós acreditamos sobre nós mesmos dificulta a aceitação de uma mudança. Se você acredita que merece sucesso, boa saúde e uma fonte inesgotável de queijo, qualquer coisa diferente disso vai parecer injusta para você.

Os homenzinhos acreditavam que o queijo encontrado era uma recompensa por todo seu esforço. Afinal, eles passaram muito tempo procurando por ele! Então, quando o banquete sumiu do nada, eles não conseguiam aceitar a realidade.

Você nunca deve ficar nessa posição. Em vez disso, mantenha os olhos abertos para quaisquer sinais de mudança e tente se adaptar o mais rápido possível.

Quando os ratinhos Sniff e Scurry perceberam que o queijo estava acabando, eles não ligaram muito e seguiram em frente, procurando mais queijo em outro lugar. Com isso, encontraram rapidamente uma outra fonte de comida.

Então, a lição que fica é que você não deve hesitar muito antes de começar a se adaptar às mudanças que acontecem na sua vida.

 

3 - O poder da visualização

 

 

Por que muitos de nós, como Hem e Haw, ficam alheios a grandes mudanças? É por causa do medo. O medo é o que torna o confronto com a transformação algo tão difícil.

Afinal, uma mudança requer que você lide com uma nova situação e se adeque a um conjunto de regras totalmente diferente. Isso pode ser frustrante e acabar te desorientando, por isso é natural ter medo do desconhecido.

Por exemplo, quando os homenzinhos perceberam que seu queijo de todo dia havia acabado, eles tiveram medo de se aventurar no labirinto novamente para procurar mais.

Eles tinham a preocupação de que poderiam ficar perdidos, ou então chegar a um beco sem saída. No entanto, vale lembrar que enquanto você continuar relutante em sair da sua zona de conforto, as coisas não vão melhorar.

Ainda que estivessem famintos, Hem e Haw estavam com tanto medo de explorar novos caminhos no labirinto que não conseguiam sair da sua rotina habitual.

Então, o pequeno homem Haw descobriu um bom método para lidar com esse medo. Ele se imaginou encontrando e saboreando um “novo queijo”.

Na verdade, visualizar seu objetivo com detalhes vívidos aumenta seu desejo em alcançá-lo. Então, sempre que você sentir que não travado pelo medo, imagine seu objetivo. Isso vai atiçar seu desejo e te fornecer a energia para seguir em frente.

 

4 - Uma nova direção

 

 

Quando você move em uma nova direção, você aprende melhor a abraçar a mudança. Uma vez que você conseguiu dominar seus medos, da próxima vez que for confrontado, vai ter confiança para seguir em frente.

O homem Haw encontrou coragem para procurar pelo queijo, mesmo estando sozinho e amedrontado. Aos poucos, ele ganhou confiança. A vida dele foi melhorando conforme ele deixava de ser dominado pelo medo.

Ele aprendeu uma lição importante, de que o medo acumulado em nossa mente antes de agirmos normalmente é muito mais intenso do que a situação realmente merece.

E, uma vez que começa a se mexer, provavelmente as coisas vão melhorar. Nunca desista! Sempre existe algum “queijo” esperando para ser encontrado.

Seu novo “queijo” pode ser um novo amigo, um novo trabalho ou até mesmo uma maneira de lidar com conflitos. Tudo que você precisa fazer é sair da zona de conforto e começar a busca.

 

5 - Aplicação no mundo real

 

Os personagens dessa parábola podem representar pessoas e atitudes que ocorrem comumente no cotidiano. Por isso, se você é um gestor, é interessante contar essa metáfora para seus comandados.

Além disso, você pode perguntar e analisar com qual personagem cada colaborador mais se identifica, o que vai te ajudar a tomar atitudes que te ajudarão a gerenciá-los de maneira mais efetiva.

Pessoas que são como o ratinho “Sniff” são observadoras. Elas percebem a menor das mudanças, o que as permite prever transformações maiores subsequentes. Elas também podem descobrir novos produtos e ângulos competitivos.

Já alguém que se identifica com o “Scurry”, por outro lado, gosta de ação. Esse tipo de colaborador deve ser encorajado a agir baseado na visão corporativa existente.

Os “Hems” da sua organização, no entanto, frequentemente se sentem inseguros durante tempos de mudança. Isso pode se tornar um problema, especialmente se não encontrarem a coragem para se tornarem “Haws”.

É preciso sempre se esforçar bastante para demonstrar as formas como a mudança vai trazer benefícios para todos dentro da corporação.

Além disso, é importante considerar como a parábola termina. Mesmo depois de ter achado o “novo queijo”, o homenzinho Haw continuou explorando o labirinto, procurando por novos banquetes.

Aquilo que está funcionando hoje não necessariamente vai funcionar amanhã. Se o ambiente muda, seu negócio deve mudar também e se adaptar à nova realidade, ou vai acabar ficando para trás.

 

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