Lean Seis Sigma
Use quando o problema é complexo, a causa é desconhecida e a decisão precisa ser sustentada por dados — não por opinião.
Sua equipe executa projetos reais na própria operação, direcionada por método — com ferramentas, padrões e templates prontos em cada fase, ninguém gasta tempo reconstruindo a roda. Você acompanha tudo num só painel, e cada projeto fecha com um ganho apurado e validado por banca.
Números da Academia Lean Seis Sigma, histórico completo até agosto de 2026. Ganho validado = soma dos projetos aprovados pela banca.
A diferença entre capacitar e certificar por projeto é o que sobra no fim: um método rodando na operação, um documento por projeto e um ganho que a diretoria consegue conferir.
A equipe ataca frentes diferentes em paralelo, cada especialista no problema da sua área — sem parar a operação para treinar todo mundo na mesma sala.
Quando cada área resolve problema do seu jeito, nada acumula. A certificação padroniza a linguagem: mesma sequência, mesmas ferramentas, mesmo rigor de evidência.
A jornada abre por fases, com o kit de ferramentas pronto em cada passo. A equipe não perde ciclo montando planilha nem descobrindo por onde começar.
Cada projeto fecha com o resultado calculado e validado pela banca. O retorno da capacitação deixa de ser estimativa e passa a ter número e documento.
A mesma espinha dorsal em todas as metodologias — muda o método, não o rigor. E, como o padrão é um só, os projetos são comparáveis na mesma régua.
ETAPA 01
Cada pessoa entra com um problema real da própria área. Nada de exercício de sala: o que se resolve na jornada é o que estava travando a operação.
ETAPA 02
A jornada abre por fases, com perguntas orientadas, armadilhas mapeadas e ferramentas prontas para cada passo — o mesmo roteiro para todo mundo.
ETAPA 03
Ao fechar cada fase, o projeto vai para avaliação. Volta com parecer — aprovado ou com o que precisa ser corrigido, quantas vezes for necessário.
ETAPA 04
Enquanto isso, você enxerga todos os projetos na mesma régua: quem está no ritmo, quem precisa de apoio e onde estão os maiores ganhos.
As telas abaixo são da Academia Lean Seis Sigma — as outras seis seguem a mesma estrutura, com o ciclo da metodologia de cada uma.
O acompanhamento é consolidado: relatório detalhado, quadro comparativo e o ganho de cada projeto, sem você ter que cobrar status de um a um.
Etapa atual, status de cada fase, parecer da banca, ponto de atenção e o resultado apurado ao final.
Toda a equipe lado a lado, na mesma régua: quem está no ritmo, quem precisa de apoio e onde estão os maiores ganhos.
Os projetos que mais entregam ganham visibilidade interna — reconhecimento vira combustível para a próxima rodada.
Documento do projeto, ganho apurado e certificado — o retorno da capacitação deixa de ser percepção e vira número.
Telas reais do Centro de Gestão do Programa. Nomes, empresas e valores exibidos são fictícios.
Numa mesma equipe cabem metodologias diferentes: qualidade entra por MASP, manutenção por TPM, logística por Lean. O acompanhamento e o padrão são os mesmos para todas.
Marque o sintoma que mais se parece com o cenário — a metodologia correspondente acende abaixo. Numa mesma equipe cabem várias.
Use quando o problema é complexo, a causa é desconhecida e a decisão precisa ser sustentada por dados — não por opinião.
Use quando a melhoria é pontual, o ganho é localizado e o time precisa de velocidade — resolver bem, agora, sem virar um projeto de meses.
Use quando falta base: a área é desorganizada, o padrão não existe e toda melhoria que entra se perde em poucas semanas.
Use quando cada etapa isolada parece boa, mas o todo é lento: o desperdício está entre as etapas — fila, espera, retrabalho, lead time.
Use quando o problema é crônico e volta sempre — porque até hoje ninguém provou a causa raiz, só combateu sintoma.
Use quando há perdas demais e recurso de menos: é preciso decidir o que atacar primeiro pelo custo da perda, no padrão de classe mundial.
Use quando a dor está no ativo: quebra, microparada, setup longo, refugo — e o OEE não sobe por mais que se troque peça.
Cada especialista da sua equipe recebe o certificado da metodologia do próprio projeto — clique na miniatura para ver o modelo.
Os números da Academia Lean Seis Sigma são o histórico completo, com o ganho de cada projeto validado por banca antes de entrar na conta.
Não há um mínimo fixo: o desenho é feito a partir do seu cenário — quantas pessoas, de quais áreas e com quais problemas. Conte isso no primeiro contato e a gente devolve o formato de turma que faz sentido para a sua operação.
Pode — e esse é o desenho mais comum. Qualidade entra por MASP, manutenção por TPM, logística por Lean, cada pessoa na lente que corresponde ao problema da sua área. O acompanhamento e o rigor da banca são os mesmos para todas.
Reais. Cada pessoa entra com um problema da própria área, e o que se produz na jornada é o que estava travando a operação: causa provada, contramedida implantada, padrão novo e ganho apurado — com documento por projeto.
Pelo Centro de Gestão do Programa: visão executiva do conjunto, projetos em destaque, pontos de atenção, o quadro por etapa e a carteira completa — com o ganho projetado e o validado de cada projeto. É a tela que aparece nesta página, acessada pela sua empresa.
Não. A jornada é o ambiente de aplicação: ela conduz passo a passo, com perguntas orientadas e as ferramentas prontas de cada fase. Quando falta a base metodológica, a capacitação entra no desenho da turma — é exatamente isso que definimos juntos.
O marco não é uma data: é a fase aprovada. Projetos avançam em ritmos diferentes, e o acompanhamento mostra isso em tempo real — quem está no ritmo, quem precisa de apoio. Os primeiros ganhos aparecem quando os primeiros projetos fecham o ciclo e passam pela banca.
Ele aparece nos pontos de atenção antes de virar atraso — parado há quantos dias e em qual etapa. Aí a orientação atua: o parecer diz o que precisa ser corrigido e o projeto pode ser reenviado quantas vezes for necessário.
O conteúdo dos projetos é da operação: charter, análise, plano de ação, padrão e resultado ficam com a empresa. O título é do profissional — nominal, com o projeto impresso no certificado. Os dois saem ganhando: a empresa fica com o ganho, a pessoa com o reconhecimento.
Do primeiro contato ao acompanhamento no ar, o desenho é feito junto com você — e nada disso exige parar a operação.
Quantas pessoas, de quais áreas, com quais problemas travando a operação. Uma conversa resolve.
Metodologia certa para cada área — pode misturar —, capacitação quando falta a base e a jornada aberta por fases.
O Centro de Gestão do Programa mostra o conjunto: destaque, atenção, etapa e o ganho de cada projeto, validado por banca.
Se você procura a certificação para você, e não para a equipe, a porta é a outra.