Como o Linkedin permanecerá permitindo o trabalho remoto?
Qual é a força de trabalho global do Linkedin? 
Linkedin não tem exigido a vacinação dos funcionários 

Linkedin mantém o trabalho remoto mesmo com a reabertura dos escritórios

Entenda como o Linkedin tem se organizado para permenecer permitindo o trabalho remoto mesmo após a reabertura dos escritórios da empresa.

Victória Gonçalves
Por: Victória Gonçalves
Linkedin mantém o trabalho remoto mesmo com a reabertura dos escritórios

O trabalho remoto tem sido benéfico para muitas empresas de tecnologia quanto a diminuição de gastos e também para os colaboradores, que agora podem trabalhar sem sair de casa.

Sob esse viés, antes da pandemia, muitos negócios tinham despesas que se somavam aos aluguéis e as contas. Porém, hoje, com o home office essas despesas caíram.

Esse é o caso do Linkedin, que pretende permitir que grande parte dos seus funcionários possam escolher em qual modelo permenecer, no trabalho presencial ou no remoto. Para discutir sobre isso, nós separamos os seguintes tópicos:

  • Como o Linkedin permenecerá permitindo o trabalho remoto?
  • Qual é a  força de trabalho Global do Linkedin?
  • Linkedin não tem exigido a vacinação dos funcionários.

Como o Linkedin permanecerá permitindo o trabalho remoto?

O Linkedin permanecerá permitindo o trabalho remoto, o que vai de contramão ao anúncio inicial da Microsoft, dona da rede social, ainda feito no ano passado nos meios de comunicação da empresa.

Esse anúncio previa que os colaboradores estivessem trabalhando em escritório 50% do tempo de trabalho nos momentos de aumento nas restrições da pandemia de covid-19.

No entanto, ao longo do ano, com as mudanças nos modelos de vida e de trabalho das pessoas, a atualiazação desse anúncio deu maior flexibilidade aos funcionários, permitindo que permenecem em home office.

Assim, essa nova política também prevê que os funcionários possam optar por realizar metade dos seus espedientes nos escritórios, caso queira. Desse modo, as estratégias acima se aplicam à força de trabalho global do Linkedin.

Mas o que seria essa força de trabalho? É o que iremos te contar logo abaixo.

Qual é a força de trabalho global do Linkedin? 

A força de trabalho global do LinkedIn é composta por 16 mil funcionários ao redor do mundo, inclusive no Brasil.

Sob esse viés, no ano passado, a empresa anunciou um corte de 6% na sua mão de obra devido aos desafios enfrentados na pandemia e a reestruturação do seu modelo de negócios.

Na época, o CEO da empresa, Ryan Roslansky chefou a afirmar o seguinte em sua carta aberta aos funcionários:

"O LinkedIn não é imune aos efeitos da pandemia global. Para continuarmos nos adaptando e crescendo como a empresa tem crescido, precisamos garantir que estamos concentrando nossos esforços e recursos em nossas prioridades mais estratégicas, preparando a companhia para o sucesso hoje e no futuro."

Por meio dessas palavras, percebemos que uma das estratégias do Linkedin para concentrar os recursos em suas prioridades é realmente tentar diminuir os gastos com seus escritórios físicos.

E quanto a isso, o Linkedin não tem exigido a vacinação dos funcionários. Curioso, não? Então, vamos comentar abaixo.

Linkedin não tem exigido a vacinação dos funcionários 

Conforme mencionado, para voltar ao escritório, os funcionários do Linkedin não são obrigados a ser vacinados contra a Covid.

Essa informação foi passada pela vice-presidente de recursos humanos, Teuila Hanson, à Reuters. Além, disso, em uma entrevista na última quarta-feira, dia 28, ela mencionou:

“Prevemos que vamos ver definitivamente mais funcionários remotos do que vimos antes da pandemia”


Desse modo, como as empresas de tecnologia nos Estados Unidos foram as primeiras a  permitirem o trabalho remoto na pandemia, os funcionários já se acostumaram a ele.

Por isso, voltar poderia ocasionar uma nova readaptação. No entanto, o Linkedin ainda mantém seus escritórios abertos se baseando na taxa de infecção de cada local onde estão.

Victória Gonçalves

Victória Gonçalves

Grad. em Direito pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Participou de projeto de extensão na área de cooperativismo. Atuou como estagiária no Tribunal Regional Eleitoral. Possui certificação em Marketing de Conteúdo, Produção de Conteúdo, Revisão de Conteúdo, Copywriting e Excel. Especialista na produção de conteúdo na área de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Voitto

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