
Todos os anos eleitorais, as pessoas se deparam com diversas estratégias publicitárias. Afinal, nesse período, o marketing político ganha força e é evidenciado nas campanhas focadas nas próximas eleições.
No entanto, essa vertente também pode ser vista em outros momentos, pois o marketing político é um conjunto de ações com o intuito mais duradouro, que consolide a imagem de um ocupante ou candidato a um cargo público a longo prazo.
Sendo assim, é aplicável para o dia a dia das relações públicas e não apenas para uma campanha eleitoral. Quer saber mais sobre esse assunto? Acompanhe este conteúdo até o final e descubra:
Como o próprio nome já insinua, o marketing político é a vertente aplicada para os contextos político-eleitorais. Sendo assim, ele faz o uso de diversas técnicas e procedimentos do marketing com a finalidade de adequar um candidato ao seu potencial eleitorado.
De acordo com o que o cientista político Rubens Figueiredo escreve, o marketing político tem o papel de entender as necessidades da população e a partir disso, criar um estereótipo que seja capaz de passar a imagem de algo capaz de solucionar essas dores.
Diante desses cenários, o marketing político passa pela:
Diferente do marketing eleitoral, o marketing político é voltado para criação, consolidação e manutenção da imagem de uma figura ou entidade pública. Ou seja, não basta apenas ações no período de candidaturas.
Sendo assim, o marketing político tem como objetivo a estruturação de estratégias voltadas também para:
Dessa maneira, é possível entender que o marketing político pode ser utilizado para organizações, assim como para pessoas em específico.
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Se você quer desenvolver uma campanha de marketing político é necessário ter em mente que suas estratégias devem estar alinhadas com as expectativas do seu público-alvo. No entanto, apesar dessa ser a base, não é o único ponto que precisa ser levado em consideração.
Por isso, criamos um passo a passo com detalhes que você deve se atendar para criar as suas estratégias de marketing político. Confira!
Para que você desenvolva com assertividade a sua marca política, é fundamental entender o seu público-alvo ideal. Afinal, é necessário conhecer as suas preferências, as ações que mais chamam a sua atenção e os pontos que podem ser essenciais para gerar confiança.
Nesse sentido, temos o exemplo da candidata Marina Silva. Sua maior evidência durante as eleições para presidência da república em 2010, 2014 e 2018 foram voltadas para questões relacionadas ao meio ambiente.
Com essa pauta clara, sempre manteve em seus discursos e propostas ações que buscavam a preservação e a manutenção da fauna e flora do Brasil, impactando diretamente o público que se identificava com a causa.
Nos dias de hoje, tão importante quanto a marca política é o canal em que ela está evidenciada. Por isso, cabe aos profissionais de marketing entender em quais meios o candidato ou ocupante do cargo pode estreitar a relação com o seu público.
Além disso, vale ressaltar que as possibilidades são cada vez mais abrangentes e as redes sociais precisam estar mapeadas. Isso porque nelas é mais fácil a conexão com o público e também a disseminação de fake news. Acompanhá-las é uma forma de prontamente responder a reportagens e matérias improcedentes.
Na linha dos canais de comunicação, é necessário saber utilizá-los como uma maneira de construir relações mais fortes com os eleitores. Afinal, esse sentido de proximidade e de ser ouvido favorece a imagem das pessoas públicas perante a sociedade.
Por isso, além de estar presente nas redes sociais, é preciso fomentar nelas espaços de comunicação aberta. Para proporcionar essa situação, podem ser utilizados grupos no Facebook ou WhatsApp, por exemplo.
Outra opção são as interações pontuais no Twitter ou publicações voltadas para estratégia de marketing de conteúdo no Instagram.
Fazer marketing político pode ser o primeiro passo para o sucesso de uma candidatura, ação pública ou até mesmo de um partido político. Afinal, existem inúmeras formas de aplicação dessa vertente.
Nesse sentido, separamos alguns cases de sucesso para que você entenda na prática como o conteúdo pode ser um grande aliado nessa vertente do marketing.
Quando o assunto é marketing político, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é um grande exemplo. Nas eleições de 2011, o candidato usou as redes sociais como forma de se aproximar dos seus eleitores.
Para isso, criou a hashtag #AskObama no Twitter. Com a sua utilização, o público pôde enviar perguntas que foram respondidas ao vivo para todos que quisessem acompanhar.
Com o diálogo direto, Obama estreitou ainda mais a relação com seus possíveis eleitores. Apesar de ser uma prática popular, a conhecida Town Halls passou a ser ainda mais efetiva com a sua realização de maneira online.
Como você já sabe, o marketing político não é voltado apenas para o candidato. Por isso, trouxemos um exemplo dessa vertente sendo aplicada de maneira mais abrangente e por um partido.
Para aumentar o número de votantes, foi criado o Democrats Abroad. Esse movimento teve como estratégia o direcionamento para informações voltadas para os eleitores no exterior.
O programa trabalhou nas seguintes frentes:
Para isso, em um primeiro momento um call center organizado por voluntários entrava em contato com o eleitor e anotava todas as suas dúvidas. Após colher informações, o contatava novamente para instruí-lo dos procedimentos necessários.
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Thiago é engenheiro de produção, pós-graduado em estatística e mestre em administração pela UFJF. Especialista Black Belt em Lean Six Sigma, trabalhou na Votorantim Metais e MRS Logística, onde foi gestor e especialista em melhoria contínua. Com certificações MOS® e Auditor Lead Assessor ISO 9001, atuou em projetos de consultoria e ministrou treinamentos e palestras em congressos como ENEGEP e Six Sigma Brasil. Professor nas áreas de Gestão e Empreendedorismo, é fundador do Grupo Voitto e mentor de empresas, dedicando-se à liderança executiva da Voitto, com a visão de torná-la a maior escola online de gestão do Brasil.
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