A flexibilidade cognitiva é uma habilidade que utilizamos em nosso dia a dia, mas que, por ser um fenômeno quase que automático do nosso cérebro, quase não o percebemos.

Quando você está atrasado e perde o ônibus para ir para a faculdade/trabalho você fica parado(a), reclamando sem saber o que fazer ou você pensa em uma outra alternativa, como pedir um uber, por exemplo?

Provavelmente você pensa em uma outra solução, não é mesmo?

Quando fazemos isso, nós estamos utilizando da nossa flexibilidade cognitiva, criando uma solução para o problema.

Que saber mais sobre flexibilidade cognitiva? Então veja o que vamos aprender nesse artigo:

  • O que é flexibilidade cognitiva?
  • Diferença entre flexibilidade cognitiva e rigidez cognitiva;
  • Como desenvolver a flexibilidade cognitiva?

Bora aprender a pensar fora da caixa?

 

O que é flexibilidade cognitiva?

 

A flexibilidade cognitiva é a capacidade que o nosso cérebro tem de se adaptar a novos acontecimentos.

Desde pequenos aprendemos a estabelecer padrões de pensamento que nos levam a dar soluções imediatas a algumas situações cotidianas, sendo esta uma resposta automática do nosso cérebro.

Porém, vivemos em um mundo VUCA, volátil, incerto, complexo e ambíguo, que nos exige uma capacidade de adaptação devido às constantes mudanças o que leva a necessidade de novas soluções para novos problemas, nos retirando da nossa zona de conforto.

Para que possamos nos adaptar a todas essas mudanças é importante gerir o nosso tempo, o tornando produtivo. Para que você possa aprender a gerenciar o seu tempo separamos para você o nosso Curso Gratuito de  Gestão de Tempo e Produtividade Profissional! Clique no botão abaixo!

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O termo “pensar fora da caixa” está relacionado com a flexibilidade cognitiva pois ele nos incita a pensar em soluções inovadoras para problemas já existentes. Essa solução não precisa ser complexa, às vezes algo simples, que deixamos passar pode ser a solução para um problema de alta complexidade.

Essa habilidade se desenvolve no lobo pré-frontal do nosso cérebro e é amadurecida ao longo do tempo. 

As crianças possuem uma flexibilidade cognitiva baixa, por isso a importância do estabelecimento de rotinas para elas. Na nossa juventude essa capacidade chega ao seu ápice e começa a declinar quando ficamos mais velhos.

Ela faz parte das nossas funções executivas e pode, e deve, ser trabalhada para que sejamos mais flexíveis e possamos nos adaptar rapidamente a diferentes situações, sendo tolerantes a erros e alterações.

Quando desenvolvemos a flexibilidade cognitiva somos capazes de considerar novas ideias, aceitar diferentes formas de pensamento e a valorizar a opinião dos outros.

Segundo Ricardo Neves, autor do livro Tempo de Pensar Fora da Caixa, a habilidade de inovação, junto a outras habilidade humanas, é uma das mais novas táticas para se estar no centro do processo de produção de riqueza.

A invenção das máquinas e, mais recentemente, a inteligência artificial, tem ganhado cada vez mais espaço o que nos leva a sermos capazes de nos adaptar a essas mudanças que ocorrem cada vez de forma mais rápida.

O homem, de modo geral, tem criado máquinas que são capazes de fazer grande parte das nossas tarefas que dependem das hard skills. Porém, o que a máquina ainda não possui é o que temos de maior valor, as nossas habilidades cognitivas.

No livro Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, o autor Yuval Noah Harari diz que os homo sapiens se tornarem líderes de suas espécies devido ao seu cérebro, às suas capacidade cognitivas.

Conseguem perceber a importância da flexibilidade cognitiva? Por causa dela é que conseguimos nos adaptar e nos reinventar diante de situações inusitadas.

 

Diferença entre flexibilidade cognitiva e rigidez cognitiva

 

Como já aprendemos no tópico anterior a flexibilidade cognitiva é um fenômeno cerebral que nos permite fazer novas conexões que nos levam a pensar fora da nossa zona de conforto, deixando o pensamento automático de lado e, literalmente, pensando fora da caixa.

Mas existem alguns casos em que esse processo não é tão simples. Muitas vezes a nossa dificuldade de aceitar algo novo, de nos adaptarmos a novas formas de trabalho, por exemplo, pode ser a consequência da rigidez cognitiva.

A rigidez cognitiva é a consequência da falta de flexibilidade mental. Você provavelmente conhece alguém que diz algo parecido com: “eu sempre fiz desse jeito e deu certo, não vai ser agora que vou mudar.” ou já ouviu a expressão “Em time que está ganhando, não se mexe.” não é mesmo?

As vezes você já até usou de alguma expressão parecida. Esses são exemplos de rigidez cognitiva. Ela causa, em algumas situações, bloqueio mental e pode trazer prejuízos no nosso cotidiano.

As vezes criamos padrões mentais que não nos permitem estarmos confortáveis. Eles podem ser uma autocobrança, perfeccionismo ou outros sabotadores internos que nos levam a sermos rígidos.

Segundo a professora e doutora Edna Paciência Vietta :

“A pessoa inflexível não admite mudanças, no entanto, a essência da vida é a transformação. A vida está em constantes transformações e precisamos nos adaptar a elas.”

Assim, para que possamos ser mais flexíveis precisamos nos auto conhecer e entender o que tem nos impedido de nos adaptar a novos desafios para assim começarmos a trabalhar a nossa flexibilidade cognitiva.

Mas, como fazer isso?

 

Como desenvolver a flexibilidade cognitiva?

 

Desenvolver a nossa flexibilidade cognitiva é fundamental para o nosso desenvolvimento profissional e pessoal.

É importante sempre estar aberto a novos conhecimentos, seja na sua área de atuação ou em outras, encarar novas experiências e não ter medo de errar.

Mudanças simples em nosso cotidiano, como por exemplo, alterar o lugar onde você costuma estudar ou criar novas rotas para chegar ao trabalho podem auxiliar o seu cérebro nesse processo.

 

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Como dissemos, temos que estar sempre prontos a aprender coisas novas e aprender a nos adaptar a diferentes contextos. Para isso é necessário se capacitar.

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