RUP é uma sigla que significa Rational Unified Process, que traduzindo para o português, quer dizer Processo Unificado da Rational.

Esse termo é um processo que foi criado pela empresa de engenharia de software, a Rational Software Corporation, com o intuito de orientar o desenvolvimento de um programa.

O RUP é uma metodologia com práticas ágeis, assim como Scrum e o Extreme Programming (XP). Esses métodos possuem em comum a utilização de boas práticas que auxiliam na obtenção de uma rotina e técnicas produtivas.

Então, vamos direto ao ponto? Por meio deste artigo, você poderá compreender tudo sobre o Processo Unificado da Rational, para isso confira os tópicos que vamos abordar: 

  • O que é RUP?

  • As boas práticas do RUP;

  • Objetivos do RUP;

  • As quatro fases do RUP.

Para começar, vamos de o que é RUP.

 

O que é RUP?

 

Como já visto, RUP é um acrônimo, que em português expressa Processo Unificado Rational.  Esse processo é, preferencialmente, utilizado para projetos complexos com equipes grandes

No gerenciamento de um projeto, o RUP, promove uma solução disciplinada, que consiste na organização das tarefas e responsabilidades de todos dentro de uma organização.

A práticas usadas no RUP são baseadas em outros diversos métodos, mas além disso, ele apresenta alguns princípios parecidos com o dos métodos ágeis.

Um desses métodos é o Scrum, não tem como classificar uma como melhor que a outra, mas sim, avaliar quais são os objetivos que cada metodologia proporciona para sua organização ou projeto.

O Framework Scrum é baseado em práticas de acordo com o manifesto ágil. Projetos que são desenvolvidos nesse sistema possuem características como atividades e trabalho de forma iterativa e incremental.

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Objetivos do RUP

 

A metodologia do RUP consiste em uma estrutura de trabalho de processos com o objetivo de orientar a concepção do produto e assim projetar e documentar baseado no modelo da Unified Modeling Language (UML), quando se fala de uma programação orientada a objetos.

A UML compõe uma linguagem para definir uma sequência de artefatos e auxiliar na execução das tarefas do sistema a ser desenvolvido, por meio de diferentes tipos de diagramas.

Todas as técnicas e práticas utilizadas no modelo RUP são comprovadas na indústria de softwares e gerência de projetos.

Mesmo o RUP sendo utilizado para projetos complexos e com equipes extensas, ele permite que as atividades e os artefatos sejam realizados de acordo com a escolha da equipe, podendo ser adaptada, para tornar o processo mais ágil.

O modelo é detalhado por três perspectivas:

  • Dinâmica;

  • Estática, e;

  • Prática. 

É na perspectiva dinâmica que compõe o ciclo de vida do projeto, no qual é dividido em 4 fases sequenciais, nomeadas em: inception, elaboration, construction e transition.

No ponto de vista estático, o RUP tem como foco as atividades que são efetuadas durante o ciclo de vida do projeto, essas atividades são denominadas de workflows.

Por fim, a visão prática do processo consiste nas boas práticas do processos, que são as recomendações do método para que todas as atividades sejam elaboradas da melhor forma.

Para ficar mais claro de como funciona o desenvolvimento de um projeto no RUP, vamos explicar o que é feito em cada uma das 4 fases do RUP no próximo tópico.

 

As quatro fases do RUP

 

Como dita no acima, as fases do RUP estão envolvidas dentro da perspectiva de desenvolvimento dinâmico.

É nesse momento que é dado ao projeto um planejamento, levantamento de recursos, implementação, testes, entre outros. A seguir vamos compreender um pouco mais sobre cada etapa, separadamente.

 

Inception

O termo inception quando traduzido para o português é concepção, é nesse momento que é elaborado o planejamento do projeto com os stakeholders, são eles que descreveram os requisitos necessários para o sistema a ser desenvolvido.

A etapa é realizada em um período de tempo curto. Ela orienta a equipe a analisar a viabilidade do projeto e como começar a definir os primeiros passos.

 

Elaboration

Na fase elaboration, ou elaboração, busca o levantamento de casos, documentação, estudos base, ou seja, modelos para orientar o projeto. Isso ocorre para guiar qual será o melhor forma de acordo com as premissas das partes interessadas.

Após todo esse conhecimento, é elaborado um plano do projetos, com todas as características e especificidades, da forma mais detalhada possível.

 

Construction

É nesse momento que é feita a construção do projeto, e é por isso que tem esse nome. O principal objetivo é a produção do produto. Como o método é baseada no desenvolvimento de softwares, estamos falando em criação dos códigos.

Além disso, é nessa fase que são realizados os primeiros testes para que a base inicial esteja preparada para a etapa de transition.

 

Transition

Traduzindo para o português, transition é expressado como transição, ou seja, é a fase que o projeto passa do ponto de testes para a implementação.

Depois de todos os testes realizados e com o objeto pronto, é a hora de disponibilizá-lo para o usuário final, ou seja, a entrega do projeto.

Além da entrega, nessa fase inclui a realização dos treinamentos e também garantir que o objeto final solucione todos os problemas das partes interessadas.

Visto todas as fases que compõem um projeto utilizando a metodologia RUP, é importante ressaltar que no desenvolvimentos dessas atividades toda a equipe precisa ser orientada a algumas práticas e a executar os artefatos de forma alinhada. 

 

As boas práticas do RUP

 

Assim como tudo na vida, existem normas a serem seguidas. As boas práticas consistem em habilidades que precisam ser desenvolvidas para que o incremento seja realizado da melhor maneira possível.

No caso do RUP, vemos algumas semelhanças com os princípios do manifesto ágil, ou seja, essa metodologia possui práticas ágeis de forma parcial. 

Então, vamos as boas práticas do RUP:

  • Desenvolver o software iterativamente;

  • Gerenciar requisitos;

  • Usar arquiteturas baseadas em componentes;

  • Modelar software visualmente;

  • Verificar a qualidade do software, e;

  • Controlar as mudanças do software.

O objetivo dessas práticas é gerenciar que a produção seja feita com qualidade, dentro dos prazos, com orçamentos previsíveis e de forma satisfatória para as partes interessadas.

 

Quer aprender mais?

 

Durante todo o texto falamos de metodologias ágeis, o RUP possui algumas práticas ágeis envolvidas nos seus processo.

A palavra ágeis está muito em alta e isso acontece muito por conta do Mundo VUCA, pensando nisso é importante que todos os profissionais estejam preparados, não só relacionados a metodologias ágeis, mas também os modelos tradicionais.

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