Se você, assim como mais de 60 milhões de brasileiros, é daquelas pessoas que quer fugir da inadimplência, mas vive se endividando, negociando uma dívida atrás da outra e nunca consegue manter o controle financeiro, então este artigo é para você!

Ter o nome negativado nos órgãos de proteção ao crédito pode ser uma grande frustração. Essa situação impede que você tenha crédito aprovado nas instituições financeiras, sem contar as ligações diárias de cobranças das empresas.

Por isso, papel e caneta na mão e se prepare, para as dicas que vão ajudar você a sair ou a nem cair nesta situação. Você aprenderá agora como fugir da inadimplência

 

Dicas de como fugir da inadimplência

 

Segundo o Banco Central, mais da metade da população brasileira está ou já esteve com o nome sujo, e esta é uma situação muito preocupante. Pensando nisso, separamos essas dicas para você melhorar de uma vez por todas a sua relação com as finanças.

 

1. Identifique suas dívidas

O primeiro passo para fugir da inadimplência é conhecer a real dimensão da sua dívida. Ou seja, quanto exatamente você deve, com adição dos juros!

Anote tudo em um caderno ou planilha os seus gastos fixos, como: água, luz, aluguel, condomínio, dentre outros.

Também é fundamental buscar o valor inicial da sua dívida. Por exemplo, se você deixou de pagar uma fatura de cartão de crédito no valor de R$ 1 mil e após 12 meses, com os juros altíssimos desse tipo de produto financeiro, a sua dívida pode chegar a R$ 4 mil, você deve ter esses dois valores anotados. Isso vai ajudá-lo na hora de uma possível negociação com a empresa.

 

2. Veja quanto pode pagar por mês

Agora que você já sabe exatamente o quanto deve, é o momento de definir o valor que você pode separar mensalmente para pagar as parcelas das suas dívidas.

Não adianta nada negociar uma dívida e depois de alguns meses não conseguir pagar as parcelas do acordo. Por isso, faça um levantamento de todo o dinheiro que entra na sua conta mensalmente e subtraia desse valor os seus gastos fixos.

O que restar dessa conta é a chamada renda líquida. Ou seja, o dinheiro que sobra para gastos essenciais, como: alimentação e higiene e gastos com entretenimento.

É da sua renda líquida que você vai tirar uma porcentagem todos os meses para pagar as parcelas do acordo.

 

3. Negocie com o credor

Agora chegou a hora de negociar. Lembra que aconselhamos você a consultar o valor inicial da sua dívida, sem os juros? Então, agora essa informação se tornará útil.

Quando for negociar diretamente com a empresa a qual você deve, nunca aceite a primeira proposta! A não ser que ela seja realmente vantajosa para o seu bolso.

O que acontece nesses casos, é que a empresa estipula um valor que deve ser pago mensalmente com redução de juros, mas se você negociar e argumentar usando os cálculos do valor inicial da sua dívida, pode conseguir uma proposta muito melhor.

Use documentos e dados sobre a sua situação financeira para comprovar que você não possui condições de pagar o acordo oferecido. Dessa forma, há grandes chances de você conseguir juros ainda menores.

 

4. Confira as ofertas do Feirão Limpa Nome

Caso a negociação direta com a empresa não seja satisfatória, você pode optar pelo Feirão Limpa Nome Serasa, um evento anual que oferece até 98% de desconto para quitar a sua dívida.

 

5. Evite fazer uma dívida para pagar outra

Contratar um empréstimo para pagar suas dívidas deve ser uma alternativa de último caso. Isso porque, você está fazendo uma dívida para pagar outra.

Em algumas ocasiões, a “troca” de dívidas pode até valer a pena, como no caso de cheque especial ou cartão de crédito, em que, as taxas de juros por atraso são bem maiores do que a de um empréstimo.

Porém, é fundamental ter cuidado na hora de fechar esse tipo de negócio, pois você pode acabar entrando em uma bola de neve e piorar a sua situação financeira.

 

6. Evite novas dívidas

Se você optar por um acordo e pagar suas dívidas parceladas, fazer novas contas pode piorar a sua situação financeira. Portanto, evite prestações com cartão de crédito, prefira pagar sempre à vista, peça descontos e planeje suas compras com antecedência.

 

7. Faça um planejamento financeiro

Fazer um planejamento financeiro é essencial para ter mais controle e organização sobre seus ganhos e gastos mensais. Ele será seu guia para gastar o seu dinheiro com mais inteligência.

Aprender como fazer um planejamento financeiro aproxima você de suas metas, das mais simples às ousadas e você descobre como fazer o seu dinheiro trabalhar a favor delas.

Agora que você já sabe tudo sobre como fugir da inadimplência, que tal colocar em prática e começar a viver uma vida financeira mais saudável? Até a próxima!

 

Mantenha a calma...

 

Quando se deparam com uma grande quantidade de dívidas e boletos, é comum que as pessoas entrem em desespero, sem conseguir mensurar o valor total a ser pago e sem vislumbrar uma forma palpável de fazer isto.

É importante manter a calma e raciocinar de maneira fria as atitudes assertivas a se tomar buscando quitar cada uma das dívidas, priorizando aquelas com o maior valor de juros.

Uma dica bônus para você que leu até aqui é: busque por fontes de renda extra!

De vender brigadeiro na faculdade, até aulas particulares para estudantes, utilize os seus dons e sua criatividade para agilizar o seu processo de transformação de um inadimplente para um futuro  investidor.

Para te ajudar neste processo, conte com o curso gratuito de Fundamentos Essenciais da Gestão Financeira!

 

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